Sociedade

Caso Saul Klein: veja o resumo
de oito capítulos esclarecedores

  DANIEL LIMA - 04/03/2021

O Caso Saul Klein explodiu na segunda quinzena de dezembro. Uma avalanche destruidora de reputação. Um assassinato social. O ex-executivo familiar e herdeiro da Casas Bahia, filho do lendário Samuel Klein, foi atirado na vala comum de estupradores. CapitalSocial decidiu acompanhar a história, como o fez no passado com o Caso Celso Daniel.  

Há narrativa denunciatória linear demais, e igualmente frágil. Depois de oito capítulos, 80.286 caracteres de produção jornalística e uma decisão reparadora do juiz criminal que cuida do caso em Barueri, CapitalSocial pode afirmar que a roda já começou a girar em sentido mais apropriado.  

O assassinato social de Saul Klein começa a dar vasão a informações muito mais compatíveis com a realidade.  

O que os leitores vão acompanhar é um resumo resumido do Caso Saul Klein. São 15.245 caracteres dos mais de 80 mil publicados originalmente nas páginas de CapitalSocial. E que seguem no arquivo, à disposição dos leitores, de forma integral.  

A citação do Caso Celso Daniel é apenas ilustrativa, que não pode ser retirada do contexto de cada temática.  

Recorrências temáticas 

O que há em comum entre uma situação e outra é que estão fixadas as marcas de CapitalSocial e da antecessora LivreMercado, revista de papel que circulou por duas décadas no Grande ABC. 

Há situações que exigem determinismo jornalístico acima de qualquer outra virtude. Os leitores precisam ser informados. CapitalSocial não cultiva outra medida ao longo de duas décadas de análises. Tanto que há tantos outros “casos” a guiar os passos editoriais. Basta verificar, por exemplo, quantas vezes CapitalSocial tratou de questões específicas da região – Clube dos Prefeitos, Desindustrialização, Desigualdade Social, Institucionalidade, Rodoanel, Logística, Gestão Pública, entre outras.  

Acompanhem desde o primeiro capítulo o que CapitalSocial editou sobre o Caso Saul Klein. E ainda há muitos capítulos a contabilizar.  

Quem acreditou que a promotora criminal Gabriela Manssur apurou com zelo a denúncia comandada por uma mais que suspeitíssima fonte, a tal de Ana Paula Fogo, agiu tão apressada quanto açodadamente. Alguns leitores e mesmo um profissional do ramo jornalístico estão entre os que se perfilaram como pistoleiros impiedosos nas mensagens de um aplicativo do qual faz uso CapitalSocial.  

Não bastassem todas as falhas, vácuos e omissões deliberadas ou não, faltou uma peça essencial à caracterização de qualquer crime na peça acusatória do Ministério Público Estadual sob as ordens de Gabriela Manssur: provas materiais.  

Provas com a defesa  

E provas materiais juntadas ao processo pelo advogado de defesa, André Boiani, devolveram a Saul Klein o passaporte suspenso no final do ano e, também, impulsionaram um passo decisivo ao deslocamento de uma vingança pessoal de ex-namorada para o fluxo natural do sequestro social do empresário por uma quadrilha, vejam só, da qual Ana Paula Fogo é integrante. 

CapitalSocial pratica jornalismo já conhecido da sociedade. Sem acomodação, pautado pela responsabilidade social e, sobretudo, sem Complexo de Gata Borralheira, um dos temas dos livros que já escrevi. Complexo de Gata Borralheira é olhar para tudo que vem da Capital e acreditar que é melhor, mais cuidadoso, mais competente. Ou, em muitos casos, reagir provincianamente, para tentar negar o que não pode ser uma regra geral, mas também não deixa de configurar-se possibilidade de fato, constatação de fato, realidade de fato. O que não está presente no Caso Saul Klein. Até provas em contrário. 

As provas que faltam para incriminar Saul Klein sobram como passivo aos quadrilheiros do outro lado da fronteira dos fatos e das versões. Acompanhem os oito capítulos.   

O que estaria mesmo por trás do

assassinato social de Saul Klein? 

 DANIEL LIMA - 04/01/2021 

O que os leitores vão acompanhar a partir de hoje e em datas cronologicamente arbitrárias é muito mais que a história e um homem bem-sucedido, namorador de mulheres, mas atacado exatamente por mulheres controladas por outras mulheres. Paradoxalmente, essas mesmas mulheres usam de ardilosos artifícios para se autoproclamarem vítimas de estrupo e de outras supostas transgressões que ditam regras contemporâneas de comportamento social.  Na primeira leva de denunciantes supostamente violentadas somaram-se 14 nomes. Outras 25 estariam na ponta da agulha de acusações que seguem o mesmo roteiro de detalhes, como cópias fiéis. É, portanto, um festival de versão única. Tão única que parece saída do forno da combinação prévia.  Uma combinação tão prévia que está na alça de mira de ceticismo de quem não tem por ofício acreditar em tudo ou mesmo em quase nada. Até que se prove a verdade dos fatos. Depoimentos previamente preparados não oferecem garantia alguma de isenção e credibilidade.  E a verdade dos fatos que dá suporte à avaliação de que se trata de assassinato social é que, por enquanto, o jogo jogado pela mídia é unilateral tanto quanto o jogo narrado pelo Ministério Público Estadual. Há muita água de contraditório a correr sob a ponte da Justiça, que não pode ser confundida com Justiçamento.    

Denunciante engana promotora

de Justiça no Caso Saul Klein 

 DANIEL LIMA - 11/01/2021 

Ana Paula Fogo mentiu para Gabriela Manssur. Gabriela Manssur acreditou em Ana Paula. O namorador de Alphaville é quem está pagando o pato. O estardalhaço da Imprensa o colocou a nocaute. O esforço à recomposição emocional é uma batalha que lembra as tormentas dos anos de depressão pelos quais Saul Klein passou, mas essa é outra história no interior do Caso Saul Klein que, agora, chega ao segundo capítulo.  Ana Paula Fogo também é conhecida entre mulheres e homens pelo codinome Banana. Descartamos o apêndice porque estabeleceria juízo de valor depreciativo à personagem que, como se verá, dispensa algo que já incorpora naturalmente.   O que temos é um assassinato social com crueldade vingativa. A narrativa de que o namorador Saul Klein é um estuprador no sentido técnico e também popular do termo é uma fraude porque não comporta uma prova material sequer. E vai ser muito difícil encontrar uma saída para a mentira emoldurada pelo estardalhaço midiático. Provas em contrário de que Saul Klein é apenas um namorador extravagante não constam do inquérito ministerial. E tampouco dos ensaios midiáticos contundentes, embora vazios de contexto fático.  O máximo até agora que a promotora criminal Gabriela Manssur supostamente abriu à imprensa num caso sob segredo de Justiça é que Saul Klein foge à normalidade de pessoas comuns, dessas que não têm dinheiro nem apetite sexual acentuado. Quem tem muito dinheiro e gosta de mulheres, ou de outras modalidades de gênero, costuma ser discreto. Saul o fora até que apareceu Ana Paula Fogo.  E há por trás dela outros personagens desconhecidos da promotora criminal. Mas que vão ganhar identidade ao longo dos capítulos. Será de arrepiar o cabelo da ingenuidade.  

Quando o amor vira vingança

e chega à telinha da Rede Globo 

 DANIEL LIMA - 13/01/2021 

Ana Paula Fogo faz jus ao sobrenome no Caso Saul Klein. Ninguém teve a curiosidade de resgatar os passos dessa mulher que convenceu o Ministério Público Estadual a produzir um assassinato social com inteira cooperação do programa Fantástico, da Rede Globo, não o fosse cometido anteriormente nas páginas da Folha de S. Paulo, da colunista Mônica Bergamo.  Ana Paulo botou fogo no paiol de credibilidade de Saul Klein, transformando-o em estuprador. Justamente Ana Paula Fogo que tanto o amou e, incorrespondida, decidiu partir para o tudo ou nada.  Outras mulheres ameaçaram fazê-lo antes, mas foram bem recompensadas pelo namorador que temia o que todo namorador teme quando a vida não se limita à convivência com mulheres. Não é comum um homem virar publicamente namorador num País cínico em moralidade, como em tantas outras coisas.  Mas como namorador é pouco para quem quer retaliação, era preciso incriminá-lo. Mesmo sem prova material alguma. E o MPE aceitou.  E de alguma forma deu publicidade a um assunto com a chancela de segredo de Justiça.   O que se pergunta é se há algo de errado em colecionar mulheres. Colecionar mulheres é, até prova em contrário, muito mais saudável que tantas outras coisas que alguns malucos colecionam. Há quem prefira criar baratas. Outros, borboletas. Alguns até fazem esforço inimaginável para colecionar sapos. Cada louco com sua mania. E condições financeiras, claro.  Os alpinistas que se matam montanhas acima e precipício abaixo são colecionadores de emoções radicais. Há gabinetes de prefeitos e vereadores Brasil afora em que os titulares colecionam mulheres auxiliares a qualquer horário do dia ou em supostos expedientes noturnos. Cada um caça a presa com as armas de que dispõe. Saul Klein é um colecionador daquilo que todo homem gosta de colecionar. É verdade que há homens que optam por outras modalidades. Mas isso é de cada um.    

Mulheres agradecidas firmam

em cartório apoio a Saul Klein 

 DANIEL LIMA - 18/01/2021 

O Fantástico e a Folha de S. Paulo mostraram um aliciador travestido de estuprador. Agora chega o reverso da moeda: jovens mulheres que frequentaram os domínios do namorador de Alphaville prontificaram-se a perfilar em defesa dele. Saul Klein, assassinado socialmente pela mídia, ganha fôlego. São declarações de mulheres apaixonadas e agradecidas. Um Saul Klein completamente diferente do batalhão arrebanhado anteriormente para nocauteá-lo sem dó nem piedade. Como se observa, há um enredo em construção permanente sobre o Caso Saul Klein. O embate promete muitas emoções para quem aprecia drama em série.  O assassinato social já foi cometido pela promotora criminal Gabriela Manssur, com amplo suporte da mídia. Resta saber se há fundamentação para a denúncia do MP que virou inquérito policial. Por enquanto, mais de um mês depois da ação do MP, o que há no horizonte é uma constelação de perguntas sem respostas, ou de buracos negros num caso que não admitiria precipitações conclusivas.   As mulheres que saem em defesa de Saul Klein se contrapõem às mulheres que se declararam vítimas de Saul Klein ao Ministério Público de Gabriela Manssur. Todas integram apenas uma das peças da densa e intrincadíssima rede de interesses contrariados que conta com muito mais personagens e coadjuvantes. Aos poucos, CapitalSocial vai juntar todas as peças possíveis.  Há uma preocupação editorial indescartável: contar com provas materiais que retirem a dúvida dada como certeza pelo Ministério Público, mas que passa pelo escrutínio de uma geralmente mais experiente ação da Polícia Civil.    

Mais mulheres oficializam

admiração por Saul Klein 

 DANIEL LIMA - 22/01/2021 

Este é o quinto capítulo de uma obrigação jornalística que a mídia em geral não segue em casos que se configuram escandalosos e com alto potencial de estragos. Trata-se de ouvir o outro lado, sempre que o outro lado está disposto a ser ouvido. É o que diferencia a abordagem do Caso Saul Klein em nossas páginas digitais. Tanto o Fantástico, da Globo, quanto a Folha de S. Paulo, na coluna de Mônica Bérgamo, e lateralmente o UOL, endereço eletrônico vinculado ao grupo Folha, não o fizeram de forma equilibrada. Da reportagem do Fantástico, por exemplo, menos de dois dos 14 minutos foram reservados à defesa de Saul Klein. A metralhadora condenatória ultrapassou todos os limites do razoável. E tudo sem provas.   Apresentamos nesta edição sete depoimentos adicionais de mulheres que decidiram defender o namorador de Alphaville, Saul Klein, das acusações de 14 mulheres reunidas por uma ex-namorada do denunciado e que, em acelerado e impreciso processo, redundaram não só na denúncia ao Judiciário com desdobramento na Polícia Civil, como incrementaram um massacre midiático.  Saul Klein é um monstro segundo as testemunhas de acusação. As declarações estão protegidas pelo segredo de Justiça, mas foram sintetizadas nas reportagens jornalísticas. Saul Klein é um homem generoso, respeitador e educado, segundo as agora 14 testemunhas de defesa que compareceram a um cartório de notas na Capital.  A linha divisória a ser traçada nos próximos tempos demarcará as investigações policiais. Quem vai resistir ao aperto de questionamentos que deverão eliminar fraturas expostas das testemunhas? Até que ponto as mulheres seduzidas por Ana Paula dos Santos, a Banana, vão sustentar as acusações contra Saul Klein? Haveria provas que confirmariam os testemunhos?  E as testemunhas de defesa do empresário também manterão a suposta veracidade das declarações juramentadas em cartório? Que provas consistentes teriam a apresentar?    

Entenda como se consolidou o

assassinato social de Saul Klein 

 DANIEL LIMA - 25/01/2021 

O assassinato social de Saul Klein começou nas páginas digitais do site UOL e prosseguiu no dia seguinte nas páginas impressas do jornal Folha de S. Paulo. O UOL publicou antecipadamente a matéria completa que a Folha reproduziria no dia seguinte, antevéspera de Natal. Esta é a sexta matéria de uma série especial sem prazo para terminar.  Esse trabalho mostrará o quanto o Caso Saul Klein rompeu o limite do razoável. Sobretudo porque faltou o insumo principal: a materialidade da versão de aliciamento e estupro sexual. A mídia se deixou levar por um enredo suspeitíssimo.   A coluna de Mônica Bergamo, que vai muito além do entretenimento de elites, convertendo-se em espaço concorridíssimo entre leitores em geral, fez de Saul Klein espécie de monstro sexual. Como se a hecatombe deflagrada na noite anterior no Universo Online já não fosse suficiente ao alimentar as engrenagens das mídias sociais.  Incluir a bombástica matéria da Folha de S. Paulo (e sempre se entendendo o UOL como multiplicador incontrolável) em compartimento no qual a liberdade de imprensa ultrapassa os limites da ponderação não é uma arapuca conceitual que rejeite a importância da atividade jornalística. Diferentemente disso, é a reafirmação da liberdade de imprensa como forma de se diferir de qualquer outro tipo de intermediação informativa confiável. Casos do voluntarismo das redes sociais tão combatidas.     

Fantástico utiliza técnica de

novela para assassínio social 

 DANIEL LIMA - 29/01/2021 

O conceito de assassinato social tendo como alvo o namorador de Alphaville é uma obra-prima de rejeição à multilateralidade de informações que tem como centro de operações o Fantástico, da Rede Globo. Os 14 minutos devastadores na última edição do ano passado, em seguida à publicação na coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, sintetizam o encontro do sensacionalismo com o autoritarismo midiático. Técnicas da dramaturgia televisiva foram utilizadas para uma condenação sem materialidade de provas e com cores sombrias de retaliação passional. Este é o sétimo capítulo de uma série especial que ainda vai longe.  Saul Klein foi massacrado. Os telegráficos contrapontos do advogado de defesa, André Boiani, cumpriram rito de formalidade instrumentalizado como pretenso apetrecho de respeito às partes envolvidas.  A encenação de que os raros e breves apartes do advogado André Boiani cumpriam método sustentável de contra-argumentação é um velho truque que disfarça a quebra de regras éticas e técnicas estabelecidas pela liberdade de imprensa. É uma conversa mole dos oportunistas para boi de piranha dormir.  A pauta executada com rigor poucas vezes destinado a bandidos juramentados, porque há atenuantes em nome dos Direitos Individuais, não deixou margem a dúvidas: a ordem deliberadamente autoritária ou desastradamente imatura da reportagem e da edição delineava que Saul Klein deveria ser abatido sem dó nem piedade. O assassinato social se consumou.   Mais que o assassinato social implícito e explícito, respirava-se a hipótese de se abrirem as portas a uma deliberação subjacente no inquérito frágil e inconsistente comandando pela promotora criminal Gabriela Manssur: criar um ambiente propício à prisão preventiva do namorador de Alphaville. Chegasse a tanto, o circo de horrores venderia muitos ingressos aos sedentos por sangue.  O homem que ama amar as mulheres por algumas noites ou várias noites seguidas, sempre aos fins de semana, virou um monstro abominável no Fantástico. Chegou ao extremo a condenação o uso de ambiente artificialmente dramático em torno do caso, em combinação com a narrativa de uma ex-namorada do suposto aliciador e estuprador. Repetiu-se com ares impiedosos a engenharia das melhores produções novelescas da casa. O Fantástico virou um tribunal de exceção de regimes sanguinolentos.   

Quadrilha exploradora de Saul

Klein na mira de autoridades 

 DANIEL LIMA - 02/03/2021 

O feitiço está se voltando contra o feiticeiro. O Caso Saul Klein, que chega ao oitavo capítulo de CapitalSocial, redireciona-se a um desenlace projetado com base em informações e provas sólidas, diferentemente da denúncia da promotora criminal Gabriela Manssur, enganada por uma representante da quadrilha que sequestrou a vida social de Saul Klein durante vários anos, período no qual o empresário sofreu as dores da depressão, considerada a doença do século. Uma decisão do juiz criminal que trata do Caso Saul Klein e informações sobre o inquérito da Polícia Civil de Barueri indicam que está ruindo fragorosamente a narrativa de que o namorador de Alphaville é responsável pelo estupro de pelo menos uma dezena e meia de mulheres.  Na medida em que avança o inquérito policial e também no ritmo com que o Judiciário é contemplado com robustas provas do advogado de defesa de Saul Klein, mais se desenha no horizonte um figurino criminal distinto do traçado espetacularmente pela mídia. O ex-executivo e herdeiro da Casas Bahia é um homem que pratica a liberdade sexual do modo que bem entende, e isso não é crime, embora possa ser condenado moralmente, como escreve o magistrado de Barueri na peça jurídica que, como se verá em seguida, instala o Caso Saul Klein em novo patamar.  Na Delegacia de Defesa da Mulher há avanços significativos no inquérito. Boa parte das supostas vítimas de estupro de Saul Klein e de moças que se apresentaram em defesa do empresário já foi ouvida. Parece não haver dúvida sobre o viés repetitivo das mulheres reunidas pela ex-namorada e denunciante de Saul Klein, Ana Paula Fogo, a Ana Banana.  A toada de adotar praticamente as supostas violações que incriminariam Saul Klein não teria respaldo material e tampouco teria convencido autoridades policiais de que não se trataria do que transparece, ou seja, uma lição decorada para ser verbalizada com o objetivo explícito de caracterizar ilícito penal.  O risco de que possam ser desmascaradas teria colocado várias das testemunhas selecionadas e doutrinadas por Ana Paula Fogo na linha de tiro, entre sustentar a versão ou desistir do processo.  Enquanto o ambiente investigativo-policial está permeado por versões que se encaminham a complicações relacionadas à denúncia, o juiz da 2ª Vara Criminal de Barueri, Fabio Calheiros do Nascimento, decidiu devolver o passaporte a Saul Klein.

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