Entrevista Especial

Tríplice coroa
do associativismo

VERA GUAZZELLI - 12/04/2005

As páginas amarelas deste mês trazem ingrediente diferente: são três os entrevistados. O tema justifica a multiplicação. Voltamos a falar sobre o associativismo produtivo. Desta vez, com a impressão de espécie de tríplice coroa representativa de quem vive o dia-a-dia dos pequenos negócios. Os coordenadores dos APLs (Arranjos Produtivos Locais) de plástico, ferramentaria e autopeças ocupam este espaço com preocupações, expectativas e, sobretudo, declarações que fariam corar quem ainda insiste em acreditar que bastam indicadores econômicos um pouco animadores para levar à reboque todos os setores da economia. Falta muito, mas muito mesmo, para que micros, pequenas e até médias empresas sonhem com a mobilidade corporativa. 

Os empresários João Paschoal, autopeças; Osvaldo Baradel, plásticos; e Marcos Baradel, ferramentaria; reproduzem didaticamente inquietações ainda preocupantes, como a dificuldade de acesso à tecnologia e a escassez de recursos e crédito para investimentos em processos e produtos. Não são unânimes nas considerações, mas concordam que, sozinhos, estão condenados a andar para trás. Mais que isso: se não unirem forças, continuarão à mercê de um jogo globalizado que os transforma cada vez mais em recheio de um sanduíche bastante indigesto. “Estamos sempre entre dois poderosos: um ditando o preço das commodities e o outro determinando o preço que devemos vender o produto” — disparou Osvaldo Baradel, diretor-geral da Ecus Injeção, de Santo André e o mais falante dos três. 

Marcos Baradel é irmão de Osvaldo, dirige a Ecus Usinagem e Ferramentaria e também não economiza palavras para ressaltar que o setor luta com armas obsoletas e não é competitivo em relação aos concorrentes estrangeiros, principalmente por falta de recursos financeiros. Mais econômico na retórica e igualmente contundente, João Paschoal, da Acelik, também de Santo André, arremata o recado ao lembrar que os agentes financeiros não enxergam os pequenos e também estão anos luz de distância das iniciativas de associativismo. Os entrevistados responderam as perguntas por e-mail, separadamente. 

Os APLs chegaram à região com atraso, mas têm ajudado a quebrar o histórico de isolamento entre empresas e Poder Público. Como o senhor enxerga essa aproximação, principalmente sob a ótica de que o associativismo produtivo é o caminho apontado por especialistas para os pequenos ganharem musculatura de grandes? 

João Paschoal — Sem dúvida alguma essa aproximação, se consolidada, criará grande sinergia entre os envolvidos. Até agora, o que tem ocorrido, na verdade, é aproximação apenas entre as próprias empresas participantes, visto que os agentes econômicos envolvidos, como os bancos estatais ainda não moveram uma palha para dar tratamento diferenciado aos APLs e os agentes políticos estão preocupados apenas com as próximas eleições. 

Osvaldo Baradel — Os APLs do Grande ABC não poderiam ter vindo em melhor momento — o início efetivo foi em agosto de 2004 com oficina participativa de dois dias consecutivos, elaborada e conduzida pelo Sebrae — porque coincidiu com a retomada do desenvolvimento e crescimento industrial não só do Grande ABC, mas em todo o País. A aproximação é muito boa e só está sendo efetivada graças à instituições como o Sebrae, a Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC e, principalmente, a consultoria da Expodel, elo entre os empresários e o Poder Público. Recentemente fizemos uma reunião com o prefeito de Santo André, João Avamileno, para colocar necessidades imediatas dos três setores. Pretendemos muito em breve conversar com os demais prefeitos. Queremos também sensibilizar os governos federal e estadual para que olhem as micro e pequenas empresas como parceiras, pois somos as grandes geradoras de trabalho, renda e empregos. 

Marcos Baradel — Estamos aprendendo que unidos somos fortes e vamos dar o melhor de nós para fortalecer ainda mais os APLs. Precisamos do apoio do Poder Público, sim. Mas, a exemplo dos empresários dos APLs que passaram a enxergar seu concorrente também como parceiro, é importante que sejam deixados de lado os interesses pessoais e partidários para trabalhar com o objetivo de promover o crescimento do Grande ABC. Só com a união de todos os setores teremos sucesso na jornada. 

Como representante de um dos APLs, o senhor poderia enumerar três problemas setoriais que demandam ações imediatas e como acredita que a atuação conjunta possa apontar os caminhos para a solução?

João Paschoal — Bem, no grupo autopeças um dos principais problemas é a dependência da política de preços de compra das montadoras e seus fornecedores sistemistas. Isso poderia ser solucionado em parte com a união dos fornecedores, não para um cartel, mas para negociações setoriais por meio das entidades de classe. Outro problema sério são as exigências para fornecimento: certificações, inovações tecnológicas, adaptações logísticas e outras que sempre têm de ser bancadas pelos fornecedores. Talvez com o advento dos APLs isso possa ser contornado por meio da liberação de recursos e parcerias com os próprios clientes. Por último, a política de comércio exterior do governo federal em relação aos países asiáticos, especialmente a China. Reconhecer a China como economia de mercado e aceitar a introdução de seus produtos sem a correspondente contrapartida decretará a morte de muitas empresas, não só de autopeças mas de outros setores também.

Osvaldo Baradel — Os três gargalos setoriais são alto custo do dinheiro destinado a investimentos, dificuldade de acesso às linhas de crédito e aumento excessivo da matéria-prima. O custo do dinheiro destinado ao fomento industrial é excessivamente alto e deveria, ao menos parcialmente, ser subsidiado pelo governo. O governo, por sua vez, estaria se beneficiando do aumento de arrecadação, do nível de emprego, da competitividade proporcionada pela modernização do parque industrial e, com isso, contabilizaria o bônus social e político que essas medidas propiciariam. Também o acesso às linhas de crédito poderia ser facilitado. As garantias exigidas pelos agentes financeiros são, quase sempre, os principais entraves para as pequenas e micros empresas. Se BNDES, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Nossa Caixa e outras instituições financeiras dessem às pequenas e micros empresas as mesmas condições que dão às grandes, nosso problema de crédito estaria resolvido. Precisamos que as instituições financeiras reconheçam os APLs como grupo e não como empresas individuais e que, por isso, utilizem o aval solidário na análise de risco. Quanto aos aumentos de matéria-prima, faltam regras e mecanismos claros e eficientes que monitorem os oligopólios, impedindo-os de orquestrarem a dança do preço quem colocam a pequena e a microempresa na difícil situação de absorver aumentos sem poder repassar. Invariavelmente estamos sempre entre dois poderosos: um ditando o preço das commodities e o outro determinando o preço que devemos vender o produto.

Marcos Baradel — As MPEs têm grandes dificuldades para manter a atualização tecnológica. Geralmente a tecnologia é importada, tem custos elevados devido à defasagem cambial; as taxas de importação são altas e não há linha de crédito com regras específicas para pequenos e micros. É preciso, também, sensibilizar as empresas de grande porte para ajudarem seus fornecedores a se tornarem fortes para, consequentemente, serem melhor atendidas. Os pequenos são muito cobrados. É certificação de qualidade, equipamentos de última geração, diversos softwares e pessoal qualificado. No entanto, contamos apenas com força de vontade e garra para ficar em pé. Falta também mão-de-obra qualificada. Deixo aqui proposta de parceria entre as instituições de ensino técnico e a Assofer (Associação das Ferramentarias do Grande ABC), fundada pelos membros do APL de ferramentarias. 

A maioria das empresas que participam do projeto de APLs sequer detém certificados de qualidade, requisito que há pelo menos uma década deixou de ser diferencial para se tornar obrigatório no mundo dos negócios globalizados. Essa defasagem é emblemática do estrago que a falta de visão gerencial e de recursos financeiros provocam nos pequenos negócios? 

João Paschoal — A maioria das pequenas empresas se preocupou apenas com o aspecto imediatista das exigências de mercado e se esqueceu da necessidade de capacitação gerencial, administrava e financeira. Até mesmo a preparação para certificação não contempla aspectos econômicos e obrigam o empreendedor a aprender com os próprios erros. Como nem todos conseguem acertar, o resultado é quase sempre a morte prematura da maioria das pequenas empresas. 

Osvaldo Baradel — Não podemos exagerar. A ISO é, sem dúvida, uma ferramenta importante, mas não a mais importante. No APL do plástico, notamos que a capacidade de superação e adaptação, a inteligência e criatividade somada à experiência que os empresários adquiriram ao longo de suas carreiras e de todos os planos econômicos que passamos equivalem a um MBA e, sem dúvida, ajudam a superar deficiências. Nossa meta é que até 2006 todas as empresas integradas nos APLs tenham seu sistema de qualidade certificado com ISO 9000. Para isso, o Sebrae por meio do Programa Rumo a ISO 9000 estuda condição especial de preço para o início dos treinamentos. Não vamos parar por aí. As próximas etapas previstas são a implantação da ISO 14000, de Meio Ambiente e ISO 26000, de Responsabilidade Social.

Marcos Baradel — A maioria das ferramentarias foi fundada por profissionais que viraram donos do próprio negócio. Todos excelentes, com muita vontade de vencer, mas na maioria das vezes com pouca experiência em administrar uma empresa. Tiveram de aprender na raça, pois há 15 ou 20 anos o contato com um Sebrae era muito difícil. Felizmente isso está começando a mudar. Junte-se a isso a total falta de apoio do Poder Público e dos agentes financeiros. O pequeno empresário, que muitas vezes usou o FGTS para montar o negócio, tem de se virar com recurso próprio ou se desfazer de um bem que levou metade da vida para conseguir. É revoltante abrir os jornais e ler que o BNDES liberou milhões e bilhões para multinacional tal ou banco qualquer, com prazos para pagamento a perder de vista, enquanto micros e pequenos têm de se sujeitar a humilhação para conseguir crédito. 

Os senhores consideraram fundamental fazer diagnóstico do chão de fábrica, antes de formular o PAI (Plano de Ação Imediata). Até que ponto o trabalho que começa este mês ajuda a referendar a avaliação que os senhores têm do próprio negócio? Haverá surpresas desagradáveis a ponto de alguns empresários chegarem à conclusão de que desconhecem o que se passa no próprio quintal?

João Paschoal — Não há condições de avaliar a influência desse diagnóstico, porque ainda não foi iniciado em nenhuma empresa do grupo autopeças. 

Osvaldo Baradel — O diagnóstico de chão de fábrica está previsto para começar ainda este mês e será executado pelo Senai Mario Amato de São Bernardo. Acredito que não teremos grandes surpresas. As consultorias que recebemos da Expodel e do Sebrae têm sido extremamente valiosas no sentido de compreender com mais profundidade nosso papel dentro da empresa, da sociedade e do Grande ABC. Tomamos consciência da importância que temos, principalmente agora que estamos juntando forças. Parcerias com entidades acadêmicas, de preferência da nossa região, estão sendo elaboradas para que, paralelamente ao diagnóstico de chão de fábrica, se dê início aos treinamentos de capacitação para os funcionários de todos os níveis da organização. Esta também é uma reivindicação constante em nossas reuniões semanais. 

Marcos Baradel — Ainda não fizemos o diagnóstico, que deverá acontecer em abril e será executado pela UniFEI, mas não acredito em surpresas desagradáveis. As empresas participantes do APL não começaram ontem. Estão no mercado há vários anos, aprenderam muito e não teriam sobrevivido se não tivessem boa organização. Também as consultorias que recebemos já surtem efeito. Às vezes, por estarmos muito envolvidos no processo, deixamos de enxergar o óbvio. O diagnóstico deverá mostrar alguns gargalos. 

Autopeças, ferramentaria e plásticos estão umbilicalmente ligados ao setor automotivo, e portanto, sujeitos ao desempenho do segmento responsável por 70% do PIB regional. Desde que os senhores começaram a participar dos APLs, houve evolução também da necessidade de aumentar a compreensão sistêmica de toda a cadeia produtiva?

João Paschoal — Claro que sim. Estamos em fase de elaboração de mapeamento da cadeia produtiva do setor no Grande ABC e já pudemos vislumbrar alguns aspectos importantes que devemos atacar. Como exemplo temos patamar tecnológico determinado pela montadora, contratos leoninos de fornecimentos, gastos não reembolsados com projetos futuramente abortados e outras questões que sempre comprometem nosso fluxo de caixa. 

Osvaldo Baradel — Com certeza uma das questões que mais aprofundamos é a nossa relação na cadeia produtiva. Sabemos que existe grande tendência de as montadoras terceirizarem serviços e produtos. Exemplo disso são os sistemistas. Temos total consciência de que nosso processo produtivo pode ser alterado pelas oscilações da produção automotiva.

Marcos Baradel — Além do setor automotivo, a ferramentaria está presente em praticamente todos os setores da indústria, (brinquedos, eletroeletrônicos, utilidades domésticas, telefonia, linha branca de eletrodomésticos e muitos outros) e, por isso, não há razão para ficarmos dependentes de único segmento. Mas isso, é decisão de cada empresa.  

Os senhores enxergam os APLs como oportunidade de ganhar novos mercados e diminuir a dependência do setor automotivo? Em recente entrevista a LIVRE MERCADO, o presidente do Sebrae nacional colocou essa questão como primordial para o desempenho positivo dos APLs. O senhores concordam?

João Paschoal — Sim, devemos usar o conhecimento que temos e buscar outros segmentos e mesmo outros mercados dentro do nosso segmento. Exemplos seriam o mercado de reposição e o internacional. 

Osvaldo Baradel — Não vejo a dependência do setor automotivo como questão negativa ou mesmo como risco muito grande. Penso que temos de ser suficientemente capazes e eficientes naquilo que fazemos e aproveitar as oportunidades que os mercados em expansão oferecem, sejam construção civil, agronegócio ou qualquer outro. Se você faz melhor que a concorrência, não tem o que temer. Por isso, estamos investindo em gestão, inovação tecnológica e treinamento da mão-de-obra. Para gerenciar nossas ações pós APLs, fundamos a Atplas (Associação dos Transformadores de Plásticos do Grande ABC). Sabemos que o trabalhador do Grande ABC teve sua renda precarizada nos últimos anos e, demagogia à parte, precisamos mudar isso. Queremos pagar melhores salários produzindo com o menor custo possível. Só conseguiremos atingir esse objetivo se o trabalhador estiver totalmente comprometido com as metas estabelecidas pela empresa.

Marcos Baradel — Não podemos negar que o setor automotivo está em expansão e temos que aproveitar essa oportunidade. O APL nos ajudará a diversificar nossa carteira de clientes. O fato de estarmos fazendo levantamento da cadeia produtiva é prova disso. Outro fato importante é a rodada de negócios programada para o início do segundo semestre, na qual estarão presentes vários setores da indústria. Será oportunidade importante para apresentar nossos produtos.

A região viveu duas décadas de perdas econômicas com fuga de indústrias, queda de Valor Adicionado, de empregos industriais, de desnacionalização de empresas made in Grande ABC e falência de pequenos negócios. A partir do ano passado começou a apresentar índices de crescimento mais animadores. Como os senhores se enxergam nessa história e como vislumbram o futuro diante de dois complicadores: dependência de exportações num cenário adverso de valorização do real e mercado interno reprimido pela taxa de juro elevada em combinação com a baixa renda nacional? 

João Paschoal — Não há outra solução. Temos de ser competitivos e atacar em todas as frentes, para que a soma algébrica seja positiva. Para isso, precisamos cobrar das autoridades governamentais em todos os níveis regras claras e medidas imediatas como as reformas tributária e trabalhista. Sem a atualização desses dois pontos fica difícil alcançar a competitividade de que precisamos. 

Osvaldo Baradel — Dois fatores influenciaram a evasão industrial do Grande ABC. Primeiro, a intransigência dos sindicalistas, que nem sempre respeitavam o interesse do trabalhador. Segundo, os incentivos fiscais concedidos por algumas regiões para atrair novas empresas. Nós do APL do plástico acreditamos que a região muito em breve possa se tornar referência tecnológica no setor porque abriga cerca de 500 empresas. Outra grande conquista está sendo a criação do Ciap (Centro de Informação e Apoio ao Setor Plástico), na Fundação Santo André, que tem como função dar respaldo técnico para implementar soluções tecnológicas que impulsionem a cadeia produtiva. 

Marcos Baradel — Para as ferramentarias do Brasil, em geral, as dificuldades ainda são muitas. Lutamos com armas obsoletas, não somos competitivos em relação aos concorrentes estrangeiros devido à falta de recursos financeiros, tecnologia de ponta e, repito, mão-de-obra qualificada. Exportamos moldes de baixo valor agregado e importamos o inverso. A política atual do governo também favorece mais as empresas chinesas do que as empresas brasileiras. Exemplo claro é o segmento de eletroeletrônicos, que deixou de comprar moldes no Brasil para comprar na China. Em muitos casos, há a compra até de componentes acabados. As montadoras também importam moldes de grande porte e de alto valor agregado. Quem sabe, se houvesse trabalho conjunto no sentido de tornar as empresas competitivas, grande parte do que é comprado fora seria produzido no Brasil e não dependeríamos tanto do valor do dólar para sermos competitivos.

Qual, entre os três setores, é o mais dependente do setor automotivo e qual, entre os três é o menos dependente? A diversificação setorial da clientela integra os planos dos APLs regionais ou o fortalecimento da relação com a cadeia automotiva é vista como prioridade? 

João Paschoal — Não posso falar pelos outros com tanta propriedade, mas me parece que o menos dependente é o setor de plásticos porque conseguiu diversificação e é fornecedor de vários segmentos. O de ferramentaria atua mais como prestador de serviços e tem a mesma dependência do grupo de autopeças. A diversificação é fundamental para a sobrevivência dos três grupos. Porém, para algumas empresas que investiram pesado, fortalecer a relação atual pode ser estratégia para recuperar o investimento.

Osvaldo Baradel — O mais dependente é o setor de autopeças e o menos dependente é o setor de plásticos. Não queremos, por enquanto, afirmar se vamos priorizar o setor A ou B. Estamos executando um planejamento estratégico por empresa, que deve terminar em julho, e a partir daí vamos definir os aspectos estratégicos de atuação regional.

Marcos Baradel — Acredito que o setor de autopeças é o que mais fornece para o setor automotivo, mas isso não é uma regra. Quanto a diversificar ou não, priorizar este ou aquele segmento, depende de empresa para empresa. Após a conclusão do planejamento estratégico que está sendo elaborado para cada empresa e deverá ficar pronto até o meio do ano, poderemos conhecer a verdadeira intenção de cada uma. O que sabemos de concreto é que o setor automotivo é, sem dúvida, muito importante para a região e não podemos abrir mão de estar inseridos nessa cadeia produtiva.



Leia mais matérias desta seção: Entrevista Especial

Total de 201 matérias | Página 1

02/12/2025 CARLOS FERREIRA E O PODER EXECUTIVO
01/12/2025 GILVAN É PAULINHO SEM ARROGÂNCIA
28/11/2025 PERGUNTAS PARA O PT DE SANTO ANDRÉ
13/05/2024 Eis as respostas de José Luiz Gavinelli
10/05/2024 Todas as respostas de Carlos Ferreira
29/04/2024 Veja as respostas do vereador Colombo
26/04/2024 Veja as respostas do vereador Awada
03/04/2024 Últimas respostas que Bigucci jamais daria
28/03/2024 Veja outras três respostas que Bigucci jamais daria
26/03/2024 Quatro novas respostas que Bigucci jamais daria
22/03/2024 Mais três respostas que Bigucci jamais daria
21/03/2024 Terceira resposta que Bigucci jamais daria
20/03/2024 Segunda resposta que Bigucci jamais daria
19/03/2024 Primeira resposta que Bigucci jamais daria
15/03/2024 Veja todas as respostas do vereador Ricardo Alvarez
28/02/2024 Veja todas a respostas do candidato Eduardo Leite
23/02/2024 Veja todas as respostas do regionalista Fausto Cestari
08/02/2024 Veja as 13 respostas do Coronel Edson Sardano
10/04/2023 44 meses depois, decidimos responder por Paulinho Serra