Imprensa

DataDiário recupera-se do excesso
de equívocos do primeiro turno

DANIEL LIMA - 27/10/2014

Vou analisar na edição de amanhã de CapitalSocial os resultados da pesquisa do DataDiário sobre a eleição presidencial na Província do Grande ABC. Preliminarmente posso garantir que, ao contrário do primeiro turno, quando errou quase 50% das projeções, o instituto mantido na penumbra pelo próprio jornal se deu muito bem nos resultados.


 


Nada melhor, podem acreditar. Qualquer instrumento que tenha estrutura e idoneidade à revelação de um retrato menos confuso da Província do Grande ABC deve ser saudado e fortalecido. Daí a exigência à configuração mais transparente do DataDiário. Além, é claro, de ações permanentes, extra-eleitorais e sem medo de contrariar interesses que o mantém preso a determinados grupos de pressão.


 


Poderia desenvolver agora um texto sobre o desempenho do DataDiário, mas optei pelo marketing de contragolpe. Creio que o jornal vai publicar amanhã uma análise (analise?) sobre o que o DataDiário fez de bom e de ruim no segundo turno. A interrogação que usei logo atrás é proposital e provocativa. Os textos do Diário do Grande ABC sobre pesquisas eleitorais são um amontoado de obviedades associadas a vácuos que não levam aos leitores um mínimo de valor agregado. Daí a desconfiança de que o DataDiário não é lá essas coisas.


 


Prestígio recuperado?


 


Os resultados do segundo turno recuperam parte do prestígio do instituto. Menciono “parte” porque é evidente que numa disputa polarizada como a que tivemos em nível nacional e regional as possibilidades de equívocos numéricos são quase desprezíveis. Tanto que Ibope e Datafolha se deram bem também, após um primeiro turno recheadíssimo de trepidações.


 


Pretendo, também na edição de amanhã, analisar o comportamento do Diário do Grande ABC e do Diário Regional, os dois veículos de circulação mais constante na região, na cobertura dos resultados da eleição. Antecipo que não me surpreendi com o Diário do Grande ABC.  Isso significa que a avaliação não será das melhores. O problema do Diário do Grande ABC. É que vai dos oito aos oitenta num piscar de olhos. Explico: ou é pronunciadamente provinciano ou se pretende contemporâneo. A qualidade está no equilíbrio de fazer um jornalismo regional voltado para o mundo sem fronteiras. Parece difícil? Qual nada. 


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