Sociedade

Justiça do Trabalho atropela
apurações no Caso Saul Klein

DANIEL LIMA - 17/07/2023

Para entender de imediato -- e em seguida, em detalhes -- um novo capítulo do Caso Saul KIein, esquadrinhe uma aparente aberração do Sistema Judiciário. Uma suposta aberração que não se configura aberração na prática porque é assim mesmo que funciona. 

Saul Klein nem foi julgado pela Justiça Criminal, até porque ainda está em andamento o inquérito policial, e a Justiça do Trabalho, atendendo a demanda apressada do Ministério Público do Trabalho, condenou o empresário a pagar R$ 30 milhões de indenizações a supostas vítimas.  

A peça acusatória do Ministério Público do Trabalho na qual se baseou a magistrada da Justiça Trabalhista é uma coleção dos melhores momentos dos acusadores.  

Existe uma pedra de prudência no meio do caminho que, para variar, a mídia tradicional que tanto espezinha fake news de redes sociais, não levou em consideração: até agora, tanto na Justiça Criminal quanto no inquérito policial, Saul Klein não só não foi condenado como conseguiu série de vitórias. Mais que isso: casos individuais (a ação do MPT é coletiva) estão sendo derrotados na esfera trabalhista.  

ESCRAVAS MESMO?  

As escravas de Saul Klein, de fato e até prova em contrário, não passam de moçoilas que ganharam muito dinheiro em animadíssimas  festas em Alphaville e Boituva. Tanto que as únicas provas materiais até agora apresentadas e publicadas contra o empresário são de fato provas que o favorecem: jovens sorridentes participando de festas temáticas. O anfitrião era o objeto de desejo. Elas o cobriam de afagos.  

As feministas que se mobilizaram a incriminar o namorador de Alphaville fizeram de tudo inclusive para esconder as mulheres que estão por trás do Caso Saul Klein. Mulheres que selecionavam mulheres para as festas nas casas de Saul Klein. E de outros empresários de noitadas paulistanas. 

O que você vai ler nesta edição de CapitalSocial é muito mais sobre a decisão de primeira instância da Justiça do Trabalho de Barueri que impôs ao empresário Saul Klein uma pena pecuniária de R$ 30 milhões.   

O que apresentamos é um dossiê completo que produzimos desde janeiro de 2020, logo em seguida ao estouro do Caso Saul Klein, de supostas violações a mulheres.  

A decisão da Vara de Justiça do Trabalho em Barueri vai passar por recurso dos advogados de Saul Klein. Entretanto, novo estrago já está consumado.  

FALTA CONTEXTO  

Saul Klein virou manchete da mídia em geral que, sem exceção, refere-se à penalidade imposta sem contextualizar os acontecimentos que ainda estão distantes de conclusões policiais e judiciais. É disso que se trata este dossiê.  

CapitalSocial acompanha o Caso Saul Klein desde o princípio. Há 40 textos no arquivo desta publicação diretamente sobre o assunto. O conflito do momento – sempre é importante ressaltar --  é que a sentença do Judiciário Trabalhista, atendendo à demanda do Ministério Público do Trabalho, transita a léguas de distância do que está sendo apurado em inquérito policial e também pelo Judiciário Criminal em Barueri. Não há sintonia entre a decisão da magistrada trabalhista e as apurações nas duas instâncias.  

CapitalSocial insiste na fundamentação editorial de que a incriminação de Saul Klein é até prova em contrário um erro crasso,  principalmente da mídia, correia de transmissão de uma denúncia frágil e espetaculosa. Trata-se, até provas em contrário, de mais um assassinato de reputação tão comum na mídia nacional.  

Quase três anos após a produção de um inquérito ministerial gelatinoso, vazado à Velha Imprensa, a partir de uma reportagem na Folha de S. Paulo e do portal UOL, não há nada de substancial comprovação de narrativas que deem solidez aos crimes imputados ao empresário. Tudo isso o leitor poderá observar atentamente neste dossiê.  

 

O que estaria mesmo por trás do

assassinato social de Saul Klein? 

 DANIEL LIMA - 04/01/2021

 

O que os leitores vão acompanhar a partir de hoje e em datas cronologicamente arbitrárias é muito mais que a história e um homem bem-sucedido, namorador de mulheres, mas atacado exatamente por mulheres controladas por outras mulheres. Paradoxalmente, essas mesmas mulheres usam de ardilosos artifícios para se autoproclamarem vítimas de estrupo e de outras supostas transgressões que ditam regras contemporâneas de comportamento social.  Na primeira leva de denunciantes supostamente violentadas somaram-se 14 nomes. Outras 25 estariam na ponta da agulha de acusações que seguem o mesmo roteiro de detalhes, como cópias fiéis. É, portanto, um festival de versão única. Tão única que parece saída do forno da combinação prévia.  Uma combinação tão prévia que está na alça de mira de ceticismo de quem não tem por ofício acreditar em tudo ou mesmo em quase nada. Até que se prove a verdade dos fatos. Depoimentos previamente preparados não oferecem garantia alguma de isenção e credibilidade.  E a verdade dos fatos que dá suporte à avaliação de que se trata de assassinato social é que, por enquanto, o jogo jogado pela mídia é unilateral tanto quanto o jogo narrado pelo Ministério Público Estadual. Há muita água de contraditório a correr sob a ponte da Justiça, que não pode ser confundida com Justiçamento.  A Industria do Sexo, constelação de pequenas, médias e grandes empresas de eventos, está no centro do palco.  Quem acredita em combustão espontânea do Caso Saul Klein não sabe onde está colocando a própria reputação. Duvidar do conjunto de parágrafos sentenciosos da denúncia do Ministério Público Estadual é medida providencial. Explicações não faltam. Há muito mais ingredientes idiossincráticos em jogo. Inclusive mais dinheiro do que supõe quem conhece objetivamente a meta de moças em busca de futuro de abundâncias materiais. Ou alguém tem dúvida de que o que move a montanha de prazer das mulheres do prazer e dos homens namoradores igualmente desperta ambições na Bolsa de Valores, por exemplo? Os mais entranhados no mundo do sexo sabem que a comparação não é um crime. Uma coisa estaria ligada à outra em muitas cabeças masculinas. E femininas também.  

 

Quando o amor vira vingança

e chega à telinha da Rede Globo 

 DANIEL LIMA - 13/01/2021

 

Ana Paula Fogo faz jus ao sobrenome no Caso Saul Klein. Ninguém teve a curiosidade de resgatar os passos dessa mulher que convenceu o Ministério Público Estadual a produzir um assassinato social com inteira cooperação do programa Fantástico, da Rede Globo, não o fosse cometido anteriormente nas páginas da Folha de S. Paulo, da colunista Mônica Bergamo.  Ana Paula botou fogo no paiol de credibilidade de Saul Klein, transformando-o em estuprador. Justamente Ana Paula Fogo que tanto o amou e, incorrespondida, decidiu partir para o tudo ou nada.  Outras mulheres ameaçaram fazê-lo antes, mas foram bem recompensadas pelo namorador que temia o que todo namorador teme quando a vida não se limita à convivência com mulheres. Não é comum um homem virar publicamente namorador num País cínico em moralidade, como em tantas outras coisas.  Mas como namorador é pouco para quem quer retaliação, era preciso incriminá-lo. Mesmo sem prova material alguma. E o MPE aceitou.  E de alguma forma deu publicidade a um assunto com a chancela de segredo de Justiça.   O que se pergunta é se há algo de errado em colecionar mulheres? Colecionar mulheres é, até prova em contrário, muito mais saudável que tantas outras coisas que alguns malucos colecionam. Há quem prefira criar baratas. Outros, borboletas. Alguns até fazem esforço inimaginável para colecionar sapos. Cada louco com sua mania. E condições financeiras, claro.  Os alpinistas que se matam montanhas acima e precipício abaixo são colecionadores de emoções radicais. Há gabinetes de prefeitos e vereadores Brasil afora em que os titulares colecionam mulheres auxiliares a qualquer horário do dia ou em supostos expedientes noturnos. Cada um caça a presa com as armas de que dispõe. Saul Klein é um colecionador daquilo que todo homem gosta de colecionar. É verdade que há homens que optam por outras modalidades. Mas isso é de cada um.  Outro dia apareceu um colecionador de ingressos de futebol. De jogos que viu e de jogos que não viu. Saul Klein coleciona mulheres que viu, ouviu, curtiu e consumiu. Torná-lo estuprador sem provas é um veneno destilado por quem não tinha nada a perder, porque tudo já perdera. No caso, o amor do namorador de Alphaville. Ana Paula, que se autodenomina Banana, é uma das personagens centrais de uma história de estupro de mais de uma dezena de mulheres. Uma história terraplanista na área criminal porque falta o essencial – a materialidade das acusações.  Sabe-se que, como água na fervura da agressividade com que Ana Paula se lançou contra Saul Klein, existiria mais que uma dezena de mulheres que tornam o milionário fonte preferencial de amabilidade, carinho e atenção. Ex-namorada de Saul Klein, Ana Paula Fogo provavelmente viveu situação semelhante. Jamais reclamou de qualquer coisa que não fossem encontros consentidos. Com consumação ou não.  Dizer ao Ministério Público que é uma das estupradas e desfilar uma relação de outras supostas vítimas é estarrecedor. Por que o silêncio até então? Que Síndrome de Estocolmo é essa? Como pode tantas mulheres serem subjugadas por um namorador até que um dia, num estalo, reúnem-se em acusações? Um inquérito que, é sempre bom repetir, não se utiliza de qualquer comprovação material.   

 

Entenda como se consolidou o

assassinato social de Saul Klein 

 DANIEL LIMA - 25/01/2021

 

O assassinato social de Saul Klein começou nas páginas digitais do site UOL e prosseguiu no dia seguinte nas páginas impressas do jornal Folha de S. Paulo. O UOL publicou antecipadamente a matéria completa que a Folha reproduziria no dia seguinte, antevéspera de Natal. Esta é a sexta matéria de uma série especial sem prazo para terminar.  Esse trabalho mostrará o quanto o Caso Saul Klein rompeu o limite do razoável. Sobretudo porque faltou o insumo principal: a materialidade da versão de aliciamento e estupro sexual. A mídia se deixou levar por um enredo suspeitíssimo.    A coluna de Mônica Bergamo, que vai muito além do entretenimento de elites, convertendo-se em espaço concorridíssimo entre leitores em geral, fez de Saul Klein espécie de monstro sexual. Como se a hecatombe deflagrada na noite anterior no Universo Online já não fosse suficiente ao alimentar as engrenagens das mídias sociais.   Incluir a bombástica matéria da Folha de S. Paulo (e sempre se entendendo o UOL como multiplicador incontrolável) em compartimento no qual a liberdade de imprensa ultrapassa os limites da ponderação não é uma arapuca conceitual que rejeite a importância da atividade jornalística. Diferentemente disso, é a reafirmação da liberdade de imprensa como forma de se diferir de qualquer outro tipo de intermediação informativa confiável. Casos do voluntarismo das redes sociais tão combatidos.   A ausência de materialidade é algo a ser avaliado com extrema cautela. Sobretudo nestes tempos em que o jornalismo profissional desfila restrições na maioria dos casos mais que providenciais às algazarras delitivas das redes sociais.  A contradição é que o mesmo jornalismo profissional – e o Caso Saul Klein não é exceção – também comete equívocos que provocam estragos monumentais.  Uma análise da reportagem publicada na Folha de S. Paulo (no UOL seguiu praticamente a mesma trilha, com uma ou outra mudança nada significativa) não deixa dúvidas sobre o que não custa repetir: trata-se de escandaloso assassinato social de Saul Klein. O empresário foi abatido frontalmente. Não contou com a menor possibilidade de mudança de rumo do caso. A defesa de Saul Klein foi ouvida por mera formalidade.   A decisão de publicar a matéria estava tomada, independentemente de eventual contraditório. Um contraditório que, ao ser utilizado, apenas serviu como tecido de uma máscara de ética de suposta equanimidade de tratamento editorial. Uma velha e surrada roupagem de democracia informativa. Ou alguém teria a coragem de dizer que, diante de versões controversas, a melhor alternativa para levar ao público uma situação de supostos crimes sexuais, seria a opção por uma fonte oficiosa, de vazamento acusatório, ou uma defesa com identidade e elementos probatórios de que o buraco é mais embaixo? 

 

Quadrilha exploradora de Saul

Klein na mira de autoridades 

 DANIEL LIMA - 02/03/2021

 

O feitiço está se voltando contra o feiticeiro. O Caso Saul Klein (...) redireciona-se a um desenlace projetado com base em informações e provas sólidas, diferentemente da denúncia da promotora criminal Gabriela Manssur, enganada por uma representante da quadrilha que sequestrou a vida social de Saul Klein durante vários anos, período no qual o empresário sofreu as dores da depressão, considerada a doença do século. Uma decisão do juiz criminal que trata do Caso Saul Klein e informações sobre o inquérito da Polícia Civil de Barueri indicam que está ruindo fragorosamente a narrativa de que o namorador de Alphaville é responsável pelo estupro de pelo menos uma dezena e meia de mulheres.  Na medida em que avança o inquérito policial e também no ritmo com que o Judiciário é contemplado com robustas provas do advogado de defesa de Saul Klein, mais se desenha no horizonte um figurino criminal distinto do traçado espetacularmente pela mídia. O ex-executivo e herdeiro da Casas Bahia é um homem que pratica a liberdade sexual do modo que bem entende, e isso não é crime, embora possa ser condenado moralmente, como escreve o magistrado de Barueri na peça jurídica que, como se verá em seguida, instala o Caso Saul Klein em novo patamar.  Na Delegacia de Defesa da Mulher há avanços significativos no inquérito. Boa parte das supostas vítimas de estupro de Saul Klein e de moças que se apresentaram em defesa do empresário já foi ouvida. Parece não haver dúvida sobre o viés repetitivo das mulheres reunidas pela ex-namorada e denunciante de Saul Klein, Ana Paula Fogo, a Ana Banana.  A toada de adotar praticamente as supostas violações que incriminariam Saul Klein não teria respaldo material e tampouco teria convencido autoridades policiais de que não se trataria do que transparece, ou seja, uma lição decorada para ser verbalizada com o objetivo explícito de caracterizar ilícito penal.  O risco de que possam ser desmascaradas teria colocado várias das testemunhas selecionadas e doutrinadas por Ana Paula Fogo na linha de tiro, entre sustentar a versão ou desistir do processo.  

 

Advogada esconde vilã que está

na origem do Caso Saul Klein 

 DANIEL LIMA - 08/03/2021

 

A advogada das mulheres que se dizem vítimas do empresário Saul Klein é seletiva no ataque ao namorador de Alphaville. Gabriela Souza está inconformada com a decisão do juiz criminal de Barueri. O meritíssimo praticamente encaminhou o Caso Saul Klein à instância Cível, como vítima de uma quadrilha que o sequestrou durante os anos de depressão pelos quais passou. As mulheres que se dizem violentadas são peças de uma engrenagem de cunho extorsivo. Esse ponto crucial que haverá de ganhar fôlego nas investigações é consequência de um conjunto de conclusões não necessariamente do meritíssimo, mas deste jornalista. Tudo com base em volumosas provas, algumas das quais referenciadas tangencialmente pelo próprio juiz criminal.  (...) . Saul Klein é vítima de assassinado social.  Saul Klein foi metralhado desde meados de dezembro do ano passado. Agora, ao que parece, chegou a hora da redenção com base também em provas destacadas pelo juiz criminal de Barueri. Nada, portanto, que lembre a ação comandada pela promotora criminal Gabriela Manssur. Uma apressadíssima, inconsistente e espetaculosa peça acusatória do Ministério Público Estadual. Assassinato social é uma modalidade condenatória imposta por determinada narrativa de avassalador juízo de valor desprovido de sustentação fática. As supostas vítimas de Saul Klein, acusado de estupros, entre outros crimes, são mulheres que frequentaram voluntariamente a mansão em Barueri e eventualmente em Boituva, Interior do Estado. Eram encontros festivos dos quais elas repetiam e repetiam participação. Todas eram selecionadas por uma empresa especializada em entretenimento e sexo. Uma empresa cuja administradora é conhecidíssima no mercado de mulheres que costumam fazer a festa de homens em São Paulo. (...). A advogada Gabriela Souza, que cuida dos interesses das mulheres arrebanhadas por Ana Paula Fogo Banana, destila em redes sociais animosidade tão intensa quanto raivosa. Ela quer ver Saul Klein atrás das grades ou à beira do enlouquecimento. Exalta a cobertura implacável da mídia na primeira rodada demolidora, em dezembro do ano passado. Frustrou-se, entretanto, na semana que passou ao ver que o terreno de especulações desmoronar com a posição do juiz criminal de Barueri. O meritíssimo proferiu uma decisão serena, em contraste com o açodamento da promotora criminal.  

 

Judiciário dá nova vitória a

Saul Klein contra quadrilha 

 DANIEL LIMA - 22/03/2021

 

Continua a cair a casa da quadrilha de extorsionistas que durante muitos anos fizeram do empresário Saul Klein gato e sapato. Tanto fizeram que chegaram ao ponto extremo de articular uma denúncia fraudulenta de estupro contra três dezenas de mulheres que frequentaram os domicílios do ex-executivo familiar da Casas Bahia. A promotora criminal Gabriela Manssur caiu na armadilha de uma das quadrilheiras, Ana Paula Fogo Banana, e até o Fantástico entrou no barco furado.  Uma nova vitória de Saul Klein no Judiciário escancara uma grande empreitada delinquencial que segue dando com os burros nágua. O inquérito segue na Delegacia de Polícia da Mulher em Barueri e há informações que colocam as denunciantes em situação cada vez mais delicada. Desdobramentos punitivos são possíveis. Ações de má-fé não costumam ter folga judicial.   Lideradas por Ana Banana, essas mulheres contaram a mesma história à promotora criminal Gabriela Manssur, inclusive repetindo frases aparentemente retiradas da mesma cartilha de instruções. Elas estariam mais próximas da condição de cúmplices de uma ação articulada para extrair o máximo de vantagens, sobretudo em forma de milionárias indenizações.   

 

Caso Saul Klein: quadrilha

sofre novo revés na Polícia 

 DANIEL LIMA - 12/04/2021

 

O cerco está se fechando e já asfixia pretensos espertos. O circo de malandragens vai sendo desmontado. A quadrilha que está por trás de falsas denúncias contra Saul Klein num insustentável caso de estupro de até três dezenas de mulheres está sendo desmascarada a cada novo passo investigativo. Duas novas testemunhas, médicos contratados por Saul Klein para cuidar da saúde das mulheres com as quais se relacionou durante vários anos, deram depoimentos demolidores na Delegacia de Polícia de Defesa da Mulher em Barueri.  Os dois médicos revelaram os cuidados do namorador de Alphaville em manter as jovens mulheres saudáveis. A versão de estupro sem o respaldo de qualquer prova cada vez mais se esfarela como fruto de articulada tentativa de extorsão de uma quadrilha que se locupletou do espírito de vingança pessoal de uma ex-namorada de Saul Klein, igualmente integrante do grupo.  (...). Gabriela Manssur, do Ministério Público Estadual, caiu no conto de uma vigarista, Ana Paula Santos Banana, implicadíssima na operação de extorsão de Saul Klein num período em que o herdeiro da Casas Bahia vivia situação angustiante que durou cinco anos. Saul Klein fora vítima de insidiosa depressão, enfermidade que a literatura médica coloca entre os males mais insidiosos da humanidade. (...).  Mais que isso: há insegurança crescente das denunciantes forjadoras da tese de estupro quanto aos rescaldos de possível cometimento de crime de denunciação caluniosa, passível de prisão.  Atraídas pela ideia de que poderiam nadar em dinheiro com supostas indenizações, as mulheres selecionadas por Ana Paula Banana vivem situação de intranquilidade.  A situação de Ana Paula Banana está indefinida na esfera policial. Primeira da lista de denunciantes no processo despachado pela promotora criminal Gabriela Manssur, Banana pode viver o incômodo de ser ouvida na condição de potencial infratora, ou seja, como fonte matricial de uma coleção de relatos assemelhados expostos pelas demais supostas vítimas.   

 

Advogada feminista do Caso

Saul Klein foge de perguntas 

 DANIEL LIMA - 14/05/2021

 

Como era esperado, a feminista e também advogada Gabriela Souza fugiu da Entrevista Especial de CapitalSocial sobre o Caso Saul Klein. Ela não resistiu aos questionamentos porque não tem conteúdo argumentativo e provas materiais para sustentar um discurso próprio de assassinos sociais. Gabriela Souza é uma das principais articuladoras do projeto de destruição da imagem da Família Klein. Com Samuel Klein, patriarca que construiu a rede Casas Bahia, agiu pós-morte. Com Saul Klein a investida é em vida.  CapitalSocial cumpriu rigorosamente um rito do jornalismo sem partidarismo e comprometido com o contraditório. Primeiro, ouviu o advogado André Boiani, que defende Saul Klein. Em seguida, remeteu questionamentos a Gabriela Souza.  Entrevista Especial de CapitalSocial é um modelo diferenciado do convencional de perguntas e respostas da maioria da mídia brasileira. Não há possibilidade de o produto consumido pelos leitores ser revestido de fraude editorial. Fraude editorial é a execução de tarefa jornalística voltada a preencher o ego do entrevistado e possivelmente de grupos que o apoiam, sempre em sacrifício ao incômodo de questionamentos esclarecedores. Gabriela Souza, a feminista empedernida, não é tão feminista assim. Dublê de feminista e advogada, Gabriela Souza deve viver em permanente conflito entre o equilíbrio de manter a ética em defesa das mulheres e os interesses profissionais. Só assim se explica a contradição de defender supostas mulheres violentadas por Saul Klein e, ao mesmo tempo, lavar as mãos quando as mulheres estão do outro lado, ou seja, do mesmo Saul Klein e também de suas próprias reputações.   

 

Caso Saul Klein: CNN Brasil

volta a ouvir apenas um lado 

 DANIEL LIMA - 07/06/2021

 

O segundo e último episódio do Caso Saul Klein exibido pela CNN Brasil praticamente repetiu o massacre impiedoso do primeiro. Alguns temperos de suposta neutralidade são jogos de cena. Quem acreditou em edição diferente se enganou. A narrativa foi planejada e produzida de forma integral, sem separação temporal entre o primeiro e a segunda etapa. E organizada nos bastidores por acusadoras implacáveis.   São mulheres que amam destruir a reputação do homem que, até prova em contrário, ama amar mulheres jovens. A narrativa caprichadamente dramática e espetaculosa foi baseada nos contos de Ana Banana, mulher rancorosa, falsamente arrependida e com sessões psiquiátricas tão corriqueiras quanto a frequência com que trabalhadores usam transporte público.   A divisão em dois episódios constava do projeto de destruição social de Saul Klein. Seria estupidez acreditar que haveria mudanças substantivas entre o primeiro e o segundo, porque siameses.  O fio condutor foi decidido, portanto, de forma meticulosamente arbitrária por mulheres que querem ver Saul Klein fora de combate. O contraditório fértil, equânime em oportunidades de argumentação e provas, não interessa. A CNN Brasil abriu espaço a um jornalismo sensacionalista com roupagem de gala moral.   Talvez as mulheres que tanto odeiam homens que supostamente violentam mulheres deveriam mirar o exemplo da funcionária da CBF que, prometendo provas materiais, colocou a vida do presidente Rogério Caboclo entre a degola e o inferno. No Caso Saul Klein, semelhante ao de Rogério Caboclo apenas porque envolve o sexo feminino, nada mais, as mulheres mais ousadas nas declarações estão seriamente enrascadas no inquérito policial. Ao invés de provas elas têm uma relação de passado complicado com Ana Banana.  

 

Caso Saul Klein: quadrilha

perde outra vez no Judiciário 

 DANIEL LIMA - 07/07/2021

 

A quadrilha de extorsionistas que ainda assiste de camarote aos desdobramentos do Caso Saul Klein perdeu mais uma ação no Judiciário. A turma da 12ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo decidiu por unanimidade que o namorador de Alphaville -- vítima preferencial de um grupo organizado que o sequestrou durante mais de cinco anos -- seguirá com o passaporte e não está obrigado a manter distanciamento das supostas vítimas. A pressão das acusadoras não deu certo na primeira instância e não deu certo também agora. (...). A decisão de primeira instância, da vara criminal de Barueri, em fevereiro último, foi confirmada pelo colegiado da 12ª Câmara de Direito Criminal do TJSP pelas razões que grande parte da imprensa que cobre o Caso Saul Klein ainda não entendeu ou finge não entender em nome de audiência a qualquer custo. Trata-se de uma associação que tem de um lado a ausência de provas e de outra a abundância de contraditórios interpostos pelo advogado André Boiani, defensor de Saul Klein. A advogada feminista Gabriela Souza e a principal acusadora, Ana Banana, renitente paciente de tratamento psiquiátrico, sofreram novo revés judicial. Gabriela Souza recorreu da decisão do juiz de Barueri. O resultado a coloca em posição delicada perante as representadas, muitas das quais preocupadas com a possibilidade de responderem a processo criminal por falso testemunho.  Embora propague que são dezenas as mulheres violentadas por Saul Klein (em contraposição, a defesa oferece número extenso de mulheres agradecidas ao empresário), Gabriela Souza só conseguiu a representação de cinco delas ao interpor recurso no Tribunal de Justiça.  A decisão dos magistrados é uma ducha de água fria às pretensões de Gabriela Souza acrescentar mais lenha no assassinato social de Saul Klein.   

 

Caso Saul Klein: advogada cai,

mas algazarra segue em frente 

 DANIEL LIMA - 01/04/2022

 

O Caso Saul Klein volta ao noticiário. O UOL e seu braço de mídia audiovisual lançaram na praça um documentário que segue a mesma trilha da narrativa da reportagem especial do Fantástico, da TV Globo, de dezembro de 2020, e, em seguida da CNN Brasil. Coloque a Folha de S. Paulo no meio. E adicione uma infinidade de jornais de papel e digitais. Portais e tudo o mais. Uma algazarra geral. Agora o que se tem é um requentamento marcado pelas mesmas acusações que não teriam encontrado materialidade nas investigações policiais sob segredo de Justiça.  Mais que isso: já há decisões preliminares do Judiciário que retiram o Caso Saul Klein da bitola pretendida pelos acusadores.  Desta feita, foram entrevistadas seis jovens que frequentaram a residência de Saul Klein em Alphaville e um sítio em Boituva. Elas seriam quase a metade do universo de 14 mulheres que formalizaram denúncia na Delegacia da Mulher em Barueri. No ano passado, chegou-se a divulgar que seriam mais de três dezenas de mulheres. A novidade do Caso Saul Klein é que a advogada Gabriela Souza deixou a função de defender as mulheres supostamente vítimas de Saul Klein. Gabriela Souza provavelmente caiu por extrapolar as fronteiras conceituais de feminismo, como se identifica ao defender mulheres. Durante todo o tempo procedeu a medidas que caberiam perfeitamente no outro lado da moeda de gênero, reservado ao machismo. Quando o feminismo canhestro entra em campo com sinais trocados, não passa mesmo de machismo.   Há quem prefira o verbete femismo como contraponto ao machismo. No caso específico de Barueri, a advogada Gabriela Souza jamais sinalizou que as chefonas das operações, Marta Gomes da Silva e Ana Banana, eram superiores por serem mulheres. Gabriela Souza as tornou invisíveis e intocáveis.  Trata-se de variante do feminismo de igualdade de gêneros e, supostamente, de responsabilidades. Explicando: não se estabeleceu hierarquia de mandachuvismo das duas chefonas da operação em relação a Saul Klein. A iniciativa seria contraproducente ao feminismo que Gabriela Souza desfralda, carregadíssimo de semântica abusiva.   

 

Caso Saul Klein: Judiciário e

MP rejeitam inquérito policial 

 DANIEL LIMA - 17/05/2022

 

Não deu outra. Nem poderia deixar de dar: o Ministério Público e o Judiciário rejeitaram o apressado, esfarrapado e tendencioso inquérito da Delegacia de Defesa da Mulher de Barueri que pretendia a prisão preventiva de Saul Klein e de outros indiciados.  O Caso Saul Klein, uma aberração da mídia em forma de assassinato social do namorador de Barueri, vai ser refeito por determinação expressa do juiz da 2ª Vara Criminal de Barueri, Fabio Calheiros do Nascimento. A decisão do magistrado está alinhada à posição do MP. Um dos pontos mais flagrantemente precipitados que instruíram o inquérito policial instaurado em Barueri é que duas personagens centrais do Caso Saul Klein não foram ouvidas: a cafetina Marta Gomes da Silva e seu braço direito na residência de Saul Klein, Ana Banana. E agora serão. Marta Gomes e Ana Banana são pivôs do sequestro de Saul Klein. (...). Marta Gomes da Silva é, segundo o inquérito policial, uma mulher milionária. E Ana Banana reúne um feixe de comprometimentos psíquicos autodeclarados. Na infância, segundo relato que está no inquérito inicial à promotora criminal Gabriela Manssur, Ana Banana teria sofrido violência sexual do próprio pai. A criminalização de Saul Klein é uma narrativa fundamentada numa premissa que investigações policiais menos suscetíveis à espetacularização da mídia provavelmente destruirão. Por isso mesmo que refazer o trabalho de investigação policial, ou melhor que isso, produzir uma investigação policial completa, é a determinação tanto do MP quanto do Judiciário.   

 

Caso Saul Klein: mais uma

prova de assassinato social 

 DANIEL LIMA - 30/06/2022

 

Há sincronia fina e contundente entre o empresário Saul Klein que responde a processo criminal e o namorador Saul Klein que responde a processos trabalhistas. A mídia desatenta ou desinteressada não observa com a atenção que deveria dedicar à reparação de um assassinato social até prova em contrário demolidor.  Trata-se de uma conexão que descredencia trabalhos jornalísticos apressados. Os danos diretos e colaterais precisam ser contabilizados. Para entender a situação, nada melhor que apresentar dois pontos que se interligam. Quanto mais a Justiça do Trabalho derruba ações milionárias e retaliatórias que pretendiam colocar Saul Klein como suposto empregador de Alphaville, mais se fortalece a defesa de Saul Klein como namorador de Alphaville, não um violador sexual de Alphaville.  Ou seja, as sentenças trabalhistas desmascaradoras de uma operação meticulosa para extorquir Saul Klein ainda não se conectaram ao massacre midiático que colocou Saul Klein como violador de mulheres. Quando houver esse imbricamento, a máscara dos acusadores vai cair.  As ações trabalhistas têm tudo a ver com as denúncias sexuais. A fonte de dinheiro fácil da quadrilha chefiada pela cafetina Marta Gomes da Silva resolveu reagir nas duas frentes a partir da interrupção do fluxo de caixa determinado pelo namorador de Alphaville. Até que eventual, mas improvável prova tenha mesmo materialidade que por enquanto não passa de especulações, quando não de invencionices, quando não de espetacularizações, estará constatado e consumado um assassinato social clássico da mídia. A nova sentença num caso trabalhista favorece duplamente a defesa de Saul Klein, ou seja, no campo do Ministério do Trabalho propriamente dito, mas com extensão ao campo criminal.  Desta vez, o autor é o marido da cafetina que organizou o sequestro domiciliar do empresário então debilitadíssimo por causa de depressão agressiva. A cafetina é Marta Gomes da Silva. Ela é o centro do Caso Sal Klein.  Saul Klein chegou recentemente a ter prisão preventiva requerida pela titular da Delegacia de Polícia da Mulher em Barueri, Entretanto, tanto o Ministério Público Estadual como o Judiciário negaram e exigiram mais investigações. O inquérito que pretendeu ultrapassar a linha de fundo da razoabilidade investigativa, com ilações e conclusões esfarrapadas, está sendo refeito na Delegacia de Barueri.  MP e Judiciário entenderam que muito que se colocou em forma de investigação policial não combina com rigores legais de cautelas protocolares.  E na medida em que novas investigações invadem o tempo, mais favorece a robustez da defesa de Saul Klein.   

 

Caso Saul Klein: cai mais uma

peça do mosaico de acusações 

 DANIEL LIMA - 22/08/2022

 

As mulheres que tornaram a vida de Saul Klein um inferno continuam a se dar mal desde que o namorador de Alphaville virou um violentador de pobres meninas quase puras e indefesas.  A farsa (até prova em contrário) de que Saul Klein molestou mais de uma dezena de mulheres que, vejam só, não arredavam-pé de frequentar a mansão em Barueri, ou a chácara em Boituva, Interior do Estado, segue à desmoralização.  A Velha Imprensa que tanto condena fake news das redes sociais está no centro desse assassinato social. E se finge de morta, como se atacar um até prova em contrário inocente fosse a coisa mais natural do mundo.   A mulher que centralizou as denúncias contra Saul Klein, revoltada que estava porque Saul Klein não queria mais tê-la como namorada, acabou de perder uma oportunista ação judicial, julgada na 3ª Vara do Trabalho, em Barueri. Ana Banana (oficialmente Ana Paula de Souza Santos) queria tomar quase R$ 900 mil do filho do fundador da Casas Bahia. Como se durante anos já não se lambuzasse de dinheiro.  Assim como outros integrantes da quadrilha que sequestrou o doente depressivo Saul Klein durante vários anos em sua própria casa, Ana Banana se deu mal. Perdeu a disputa judicial, segundo decisão da juíza Amanda Brazaca Boff.  A magistrada relatou entre outros pontos conhecimento pleno sobre o Caso Saul Klein. E não aceitou a lorota que Ana Banana teria sido governante de Saul Klein. A decisão judicial deixou claro que não há sustentação na demanda de Ana Banana. A caracterização funcional de Ana Banana nas residências de Saul Klein parecem definitivamente sólidas: ela atuava de forma intermitente como assessora de eventos. E, ao contrário dos colaboradores diretos de Saul Klein, não constava da folha de pagamentos. 

       

Caso Saul Klein: documentário

do UOL estupra contraditório 

 DANIEL LIMA - 05/09/2022

 

Depois de cinco meses de tentativas reparatórias frustradas decidi levar aos leitores a fraude em forma de documentário que o UOL preparou sobre o Caso Saul Klein. Trata-se de um estupro informativo praticado pelo portal ligado ao Grupo Folha. Sou vítima provada e comprovada. Diferentemente, portanto, até prova em contrário, de tudo que originou o Caso Saul Klein. Quer uma tradução sólida de tudo isso? Quer mesmo? Então vamos lá: Enquanto a integridade das informações da entrevista que concedi ao UOL está demarcada por gravação à disposição inclusive de autoridades policiais e ministeriais, o escândalo envolvendo o empresário não passa de fake news porque desprovido exatamente do que tenho em abundância: materialidade do crime, nesse caso praticado pelo UOL.  Uma entrevista de 80 minutos que concedi em novembro do ano passado, introduzida no produto de audiovisual (lançado em março deste ano) acrescenta camada de impropriedades ao assassinato social que vitimou o namorador de Alphaville, acusado de molestar e incomodar mais de uma dezena de mulheres. 



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