Imprensa

Com quem não me sentaria
jamais para debater arestas?

DANIEL LIMA - 09/03/2016

A indagação do título não deixa dúvidas, não é verdade? A resposta vai ser publicada na edição de amanhã. Anunciar para amanhã o que poderia revelar hoje é marketing, puro marketing. Não dou bola para a audiência dessa revista digital, mas de vez em quando faço esforçozinho para turbiná-la. Quero ver mais gente, muito mais gente, mergulhando num jornalismo que foge completamente do fastfoodianismo da Imprensa regional, presa a obviedades informativas, ou a dubiedades informativas também.

Saberia o leitor apontar um nome, apenas um nome, de um desafeto, por assim dizer, com o qual recusaria uma conversa séria? E se forem vários os nomes em questão, o leitor seria capaz de enunciá-los?

Façam suas apostas senhoras e senhores. Quantos seriam os adversários, os inimigos, os desafetos, sejam lá o que forem, do meu portfólio de independência profissional? São muitos, segundo alguns. São alguns, segundo outros. Não interessa quantos sejam: o que estamos colocando à mesa de debate é revelar os nomes daqueles com os quais, se o bom senso prevalecer, e o bom senso costuma prevalecer, jamais me sentaria à mesa para almoçar ou mesmo para tomar alguma coisa com álcool ou sem álcool, porque não sou de ferro.

Vou responder a essa questão amanhã, acompanhada de uma explicação que move minhas atividades de profissional de jornalismo que completou meio século de atuação. Há uma expressão mágica, soberana, intocável, que é meu combustível de atuação. Sou escravo dessa expressão tanto quanto de minhas cachorrinhas. Elas não me perdoam se não as levo para passear às primeiras horas do dia e também quando chego do trabalho. Só não cumpro essa tarefa se a chuva atrapalhar, porque quando chove chuva molhada, tanto a Lolita quanto a Luly entendem que não devem forçar a barra.

Estão ficamos assim: façam suas apostas sobre o número de oponentes que não me retirariam jamais do conforto de casa ou do dia a dia do escritório para ouvir o que têm a dizer – e também para ouvirem o que precisam ouvir. Não vou dar dica nenhuma sobre escassez ou excesso de antagonistas. Acho que os leitores vão se surpreender com a resposta e, mais que isso, vão compreender inteiramente o conteúdo explicativo.



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