Informações exclusivas, análises inéditas e prestação de serviços estão transformando o jornal eletrônico Capital Social em veículo influente no Grande ABC. Às vésperas de completar a milésima edição sob comando do jornalista Daniel Lima, diretor-executivo da Editora Livre Mercado, Capital Social tornou-se leitura diária obrigatória. Exemplos de informações e análises exclusivas não faltam. A transferência da Gráfica Bandeirantes de São Bernardo para Guarulhos, publicada na edição de 24 de maio com detalhes sobre a decisão da família Camargo de deixar a região, não surpreendeu leitores de Capital Social porque foi pauta permanente da publicação on-line.
Para Daniel Lima, Capital Social cristaliza-se como veículo revolucionário. "Trata-se de instrumento que oferece aos leitores tradicionais da revista LivreMercado a possibilidade de acompanhar em tempo real os temas mais importantes da região. Capital Social oferece a agilidade dos jornais e a maturidade analítica das melhores revistas" -- define.
Lançado inicialmente como veículo para público restrito, formado por colaboradores de LivreMercado, agências de publicidade e grupo de leitores especiais, Capital Social ampliou consideravelmente o universo. Hoje, o cadastro conta com quase cinco mil internautas residentes ou que trabalham no Grande ABC, além de mais de 15 mil no Estado de São Paulo, para os quais são reservadas matérias especiais.
"Não tenho a menor dúvida em dizer que Capital Social, da forma que é produzido, isto é, como espécie de coluna diária de informações das mais diferentes áreas, mas sobretudo econômica e política, é o espaço mais influente do jornalismo regional. Basta indagar dos formadores de opinião e tomadores de decisão do Grande ABC qual é a leitura obrigatória do dia-a-dia. Capital Social estabeleceu relação de proximidade com esse público que, francamente, não imaginava que fosse possível" -- destaca Daniel Lima.
São inúmeros os casos em que a publicação on-line sai à frente da mídia tradicional. A transferência da Gráfica Bandeirantes é apenas um entre muitos exemplos. "O segredo do sucesso de Capital Social é que conseguimos trafegar por duas vias distintas, mas igualmente importantes. A primeira é metabolizar as informações que os jornais diários, principalmente, transmitem aos leitores sem se darem conta de que cada vez mais é indispensável o agregado de novas informações e análises para que a notícia não se esgote na superficialidade que a mídia eletrônica também produz. A segunda via de sensibilização dos leitores são as interpretações exclusivas de temários inéditos, como, por exemplo, a queda de receitas das prefeituras do Grande ABC com o repasse do ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), em números absolutos, nos últimos cinco anos, assunto do qual tratamos em maio" -- ressalta Daniel Lima.
Capital Social é enviado de segunda a sexta-feira em duas versões. Geralmente a primeira é destinada aos emeiados, neologismo criado pelo jornalista para identificar a rede de cadastrados que emitem opiniões. O debate mais forte de maio envolveu o executivo Leopoldo Inglez, da Canbras, e o publicitário Adriano Calhau, da Kad Publicidade, por causa da decisão do piloto brasileiro Rubens Barrichello de abrir mão da vitória no GP da Fórmula-1 realizado na Alemanha. Nada comparável, entretanto, aos dois casos recordistas de participação dos emeiados: o ataque ao World Trade Center, dia 11 de setembro, em Nova York, e a repercussão da Reportagem de Capa de LivreMercado sobre a comprovada evasão industrial do Grande ABC.
"Quem cometer o descuido de não ler Capital Social simplesmente não sabe o que se passa de mais importante no Grande ABC" -- desafia Daniel Lima.
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20/02/2026 BARCAÇA DA CATEQUESE E O GATABORRALHEIRISMO (21)