Imprensa

A FOLHA ACERTA EM DAR
VOZ AO BOLSONARISMO?

DANIEL LIMA - 26/08/2025

A página de opinião da Folha de S. Paulo de sábado passado, de Tendência/Debates, remete à história de Branca de Neve e a Rainha Má. A tradução da pergunta que o leitor observa na manchetíssima acima poderia ser catapultada ao despropósito da frase pronunciada pela Rainha Má diante do espelho com ares de arrogância. Não custa uma adaptação que só não é apenas dramática porque também é estúpida: “Espelho, espelho meu, existe jornal mais generoso do que eu?”.

Esta é a configuração da operação camicase da Folha de S. Paulo desde que a direita de Jair Bolsonaro apareceu no cenário político nacional. A Folha deixou-se colher em delito confesso ao reconhecer desigualdade no tratamento a personagens da vida pública nacional – e seus milhões de eleitores.

Como se não bastasse essa entrega da rapadura de esnobismo disfarçado de democracia informativa, a Folha de S. Paulo proporciona um jogo de cena em que a hipocrisia e a imprecisão se juntam à agressividade e intolerância. Tudo não passa de um espetáculo anedótico de supostos contraditórios entre dois colaboradores da própria Folha.   

JOGO DE CENA

É isso mesmo, não há equívoco algum. Além de questionamento-âncora autodenunciador,  a Folha de S. Paulo levou a cabo um jogo de cena em que dois jornalistas da casa deitaram e rolaram como agentes da mesma causa, embora com calibres ácidos diferentes.

Temos uma opereta bufa de reiterações explicitas do quanto a Folha ainda não compreendeu os novos tempos que mais e mais vão abalar o jornalismo profissional como debilitada fonte de informações.  

Mais que isso. A Folha também proporciona aos leitores que consomem a Folha mesmo reconhecendo que a Folha tem porções preponderantes da Rainha Má, ou seja, de quem se considera acima do senso crítico dos leitores, a oportunidade patética de   confirmação escancarada do quanto tropeça ao se acreditar pluralista, crítica sem vieses e tudo o mais.

O que se apresenta na sequência é um debate virtual que promovo por deliberação própria envolvendo mais que a formalidade dos dois articulistas-colaboradores da Folha. Entro de penetra para tentar ajustar esse jogo de compadres. Como leitor longevo, admirador e crítico da Folha de S. Paulo, tenho todo o direito de meter minha colher nesse prato indigesto.  

PERGUNTA CENTRAL

À pergunta central da Folha aos dois colaboradores da Folha (A Folha acerta em dar voz ao bolsonarismo?) respondem Gustava Patu e Juca Kfouri.

Gustavo Patu, jornalista pela Universidade de Brasília e diretor de Opinião da Folha desde 2017, foi repórter especial, secretário de Redação e coordenador de Economia da Sucursal de Brasília.  Sua resposta: “Sem ouvir todos os lados, jornalismo seria bolha”.

Já Juca Kfouri é jornalista, autor de “Confesso que perdi”. É formado em ciências sociais pela USP. Sua resposta: “Abra os olhos, Folha!

Já este jornalista preferiu dividir o debate virtual com os dois contendores. Primeiro, com Gustavo Patu. Em seguida, com Juca Kfouri. Uma boa diversão, não é mesmo? 

GUSTAVO PATU

Já se pode contar uma década desde que a ascensão global e doméstica de uma direita populista e popular, antiliberal e com pendores autoritários, impôs novas pressões sobre o jornalismo —além das costumeiramente exercidas por detentores de poder de todas as vertentes. A nova vaga política prega abertamente a hostilidade a veículos e profissionais de comunicação, intimidando-os com os recursos ao seu alcance, propaga mentiras sem nenhum embaraço e rechaça quaisquer limites institucionais a sua agenda. Em paralelo, outros setores, especialmente à esquerda do espectro ideológico, abraçaram a tese de que esse neoconservadorismo, por antidemocrático, não deveria receber da imprensa os mesmos espaço e tratamento concedidos às demais forças e movimentos da sociedade. Essas considerações foram recentemente avivadas com a publicação do editorial "Bolsonaro tem direito à livre expressão", em que a Folha contestou os fundamentos para a decretação da prisão domiciliar do ex-mandatário, hoje réu no Supremo Tribunal Federal por tentativa de golpe de Estado. 

CAPITASOCIAL

A Folha de S. Paulo só está começando a girar o botão do dispositivo de alerta sobre a importância de dar alguma atenção à direita brasileira, que vai muito além do bolsonarismo. O barco do desprezo parece naufragar. Afinal, é mesmo suicídio seguir o roteiro pré-definido de combate a tudo que caracterize o outro lado do balcão ideológico. Observa-se que a clientela preferencial começa a ficar inadimplente diante da opinião pública, dos influenciadores econômicos e financeiros e, sobremodo, dos grandes players políticos e econômicos. A Folha de S. Paulo tem radares relativamente defasados ao perscrutar o ambiente político, mas não há como permanecer numa redoma discursiva. Sobretudo quando o outro lado se mostra resiliente e ganha força em camadas cada vez participativas da sociedade.  

GUSVATO PATU

Na essência, o jornal seguiu os mesmos princípios de quando, em outubro de 2018, criticou a decisão, também do STF, que o impediu de entrevistar Luiz Inácio Lula da Silva (PT): "uma decisão que agride o ordenamento jurídico e consagra a odiosa prática de censura prévia", como descreveu o editorial "Censura de toga". Na ocasião, também houve quem reprovasse o intento de dar voz a um condenado por corrupção que cumpria pena em regime fechado.

CAPITALSOCIAL

Não será com uma iniciativa aqui, outra ali,  em meio ao generalizado suporte a causas que se esvaíram por si mesmas,  que a Folha de S. Paulo poderá requerer ou, pior que isso, conquistar o cetro de multidimensionalidade editorial. A Folha de S. Paulo precisa entender que não pode levar no bico camadas de leitores atentos ao andar da carruagem de uma linha editorial respeitável, provocativa, mas distante do que pretende vender como inviolável às fustigadas de quem sabe que o jogo jogado não é o jogo proclamado. Abraçar ocasionalmente causas inescapáveis ao bom senso mais sensível não é sinônimo de atenção igualitária nas disputas entre conservadores e progressistas. Trata-se apenas de tática diversionista para seguir como está para manter o ambiente nacional previamente definido.

GUSTAVO PATU

Ignorar o bolsonarismo ou o trumpismo, negar espaço a suas manifestações ou fazer oposição sistemática a seus expoentes seria abandonar compromissos de décadas assumidos pela Folha perante seus leitores —com o perdão da repetição exaustiva, apartidarismo, postura crítica e pluralismo. O jornal não crê que haja motivos para fazê-lo, nem que partilhasse da ilusão de que assim desapareceriam magicamente preferências de vastas parcelas da sociedade. Como anotou o editorial "Ideias e nomes", em outubro de 2020, este veículo opta por ser apartidário por entender que "assim desempenhará com maiores desenvoltura e credibilidade o papel de registrar e escrutinar a conduta do poder". Apartidarismo, diz o texto, não se confunde com neutralidade. Diferenças entre as forças políticas serão apontadas; princípios serão defendidos. 

CAPITALSOCIAL

Já ficaram num passado relativamente distante os pressupostos da carta de redação da Folha de S. Paulo que esquadrinhava com relativo saber conceitos de apartidarismo, postura crítica e pluralismo. Uma frase de muito sucesso nos tempos em que humoristas não corriam risco de prisão nessa democracia seletiva poderia ser usada para definir o intento da Folha: me engana que eu gosto. A Folha é partidária, crítica enviesada e unilateralista a cada novo dia em volume muito superior ao que pretende expor como regra geral. Como leitor assíduo da Folha, a ponto de conhecer e reconhecer cada artigo assinado sem sequer identificar o autor, é impossível não chegar à conclusão de que temos um produto jornalístico destinado aos desígnios globalistas. O Estado e suas ramificações não são negligenciados ultimamente pela Folha, mas faltam ênfase e indignação permanentes. A rotina deveria sufocar o circunstancial.   

GUSTAVO PATU

O exercício do jornalismo crítico decerto alcançou novos patamares durante o governo Bolsonaro. Para usar uma única medida objetiva, no período foram publicados sete editoriais de primeira página de crítica frontal e veemente ao então mandatário —e não houve nada remotamente parecido em outros governos. Em mais de um editorial interno, Bolsonaro foi avaliado como o pior presidente desde a redemocratização. 

CAPITALSOCIAL

A meticulosidade matemática com que a Folha registra o acervo crítico ao governo de Jair Bolsonaro é típica de intolerantes em busca de salvaguardas para abrandar a pressão dos semelhantes, ou seja, dos leitores radicais que cobram menos direita e menos bolsonarismo da Folha. Mal acostumados com o desempenho da Folha até recentemente, de excluir o outro lado da linha editorial, exceto na profusão de críticas, querem esses extremistas travestidos de curadores a retomada da deformação como norma inviolável.  Por isso, é preciso dar satisfação e etiquetar o ex-presidente com vereditos desprovidos de contraditórios. Apenas para demonstrar o quanto  “o pior presidente desde a redemocratização” remonta à torcida organizadas, basta lembrar as loucas pedaladas de Dilma Rousseff, a gastança desenfreada e os escândalos de Lula da Silva e, anteriormente,  o pantagruélico avanço fiscal durante os oito anos de Fernando Henrique Cardoso. Quanto mais avançar no passado remoto, mais saltarão concorrentes na disputa simplificada e subjetiva da Folha.  Se, a temática for corrupção, parecerá uma piada de salão outra conclusão que não seja a mais comprovada penalizada e relaxada pelo Judiciário. 

GUSTAVO PATU

A Folha publicou artigo de Bolsonaro, assim como de petistas, de tucanos ou do líder da ditadura chinesa —a única e fundamental condição é que as manifestações respeitem os limites da lei. Como apresentou o editorial "A soberania dos fatos", em fevereiro de 2021, o projeto editorial é "ciente das zonas cinzentas da realidade e avesso a maniqueísmos". É o mesmo espírito que leva o jornal a conceder espaço também a seus críticos e até detratores, que estimulam a reflexão acerca de um ofício obviamente sujeito a erros. 

CAPITALSOCIAL

Repetindo: a Folha faz da exceção de se expor aos críticos da Folha nada mais que mecanismo de rígido autocontrole editorial. Nada além disso.  Não se trata, essa ressalva, de  admoestação, recriminação ou negação do direito da Folha definir a linha editorial que bem entender. Entretanto, a postura defensivista do artigo em análise é a confissão tácita de que a Folha se sente de saia justa editorial diante de leitores extremistas que se pretendem vender como democráticos. É um conto do vigário que só ilude incautos. A Folha é um jornal de esquerda, dominantemente de esquerda, tem o direito de ser de esquerda. Entretanto, a Folha não pode pretender que aqueles do outro lado que a enxergam como jornal de esquerda sejam tratados como usuários de alucinógeno ideológico ao identificá-la de esquerda. Dietas restritivas de permissividade editorial não podem ser definidas como abundância de despedida de solteiro. Traduzindo: a Folha finge trilhar mesmo que tardiamente o caminho da democratização da informação quando, de fato, e comprovadamente, faz apenas algumas concessões pensadas e repensadas. E mesmo assim encontra barreira diante de terrorismo ideológico dos aliados. 

 

A Folha acerta em dar voz

ao bolsonarismo? NÃO

 

JUCA KFOURI

Os mesmos terroristas que quase levaram aos céus, em vez dos aviões, o aeroporto de Brasília, e continuaram suas ações no dia 8 de Janeiro, estão hoje na Câmara dos Deputados, na tentativa de golpear a democracia brasileira. Se não bastasse, têm o apoio de quem o presidente Lula chamou corretamente de "imperador do mundo". Desta vez quem quer dar o golpe não é o banqueiro Magalhães Pinto, o "rouba mas faz" Ademar de Barros ou o "Corvo" Carlos Lacerda, líderes civis da marcha antidemocrática que redundou na ditadura militar de 1964. Desta vez os apoiadores de Jair Bolsonaro, aquele que quis explodir a adutora do Guandu em 1987, não são os governadores de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, embora os três atuais ocupantes dos mesmos cargos sejam cúmplices dos extremistas de direita e não têm constrangimento em revelar covardia e submissão a interesses externos.

Agora os porta-vozes da aventura são tipos inconversáveis, verdadeiros ogros do PL bolsonarista, como o violento Paulo Bilynskyj, o histérico Marcelo van Hattem, a mãe desnaturada Júlia Zanatta e o "patriota" Eduardo Bolsonaro, guiado pelo neto do derradeiro ditador, o fujão Paulo Figueiredo — entre outras figuras tão pequenas como Bia Kicis, a defensora da liberdade de imprensa que processou mais de uma dezena de jornalistas. Nem Lyndon Jonhson, o presidente dos EUA em 1964, embora estivesse na origem do golpe, teve a coragem de assumi-lo publicamente como faz o arrogante intervencionista Trump.

CAPITALSOCIAL

Como se observa na linguagem agressiva acompanhada de viseira ideológica, Juca Kfouri não seria recomendável a qualquer encontro em que a verdade sempre sujeita ao contraditório fosse o tema da vez. Como no caso da Folha, Juca Kfouri tem todo o direito de manifestar-se da forma que bem entender. Nada melhor na democracia. Pena que negue e demonize o outro lado da questão posta. Tanto é verdade que debocha do “outroladismo”. Para ele,  só vale mesmo o “meuladismo”. Mas nada é melhor do que a exposição dos conceitos do colunista esportivo a inocular  pendores ideológicos extremados. Com o uso de tabelinhas comparativas, que, ao invés de Pelé e Coutinho,  colocam personagens antípodas, de craque e de perna de pau, Juca Kfouri estabelece equivalências matreiras para reforçar excessos caricatos do bem contra o mau. Talvez não se dê conta da essência da humanidade. Bons e maus são distribuídos aleatoriamente à direita e à esquerda de espectros ideológicos, entre tantas outras veredas.  

JUCA KFOURI

Tratar com tons de normalidade o processo em curso é, de duas, uma: ou se fazer de avestruz ou colaborar para mais uma interrupção do processo democrático duramente conquistado como fez esta Folha ao apoiar o golpe seis décadas atrás —para depois se engajar corajosamente na campanha das "Diretas Já". "O Globo" fez o mesmo, apoiou o golpe, não a campanha por seu fim, e o "Estado de S.Paulo" também.

Não trabalho nem para um e nem para outro, seria indevido querer pautá-los, além de apostar que jamais publicariam um artigo como este, e exponho aqui meu desalento — noves fora a esperança de sensibilizar, não de pautar, para mudança de rumo na cobertura da insânia em curso.

CAPITALSOCIAL

Juca Kfouri talvez não tenha entendido que só publica na Folha o que publica na Folha porque a Folha o tem como afinadíssimo à linha editorial. Tanto é verdade que, em oposição a Folha de S. Paulo, publicações ascendentes à direita do espectro ideológico em formato digital, não o teriam como colaborador. O constrangimento superaria largamente as qualificações técnicas. Ou seja: o que temos no País em forma de jornalismo é o que se poderia chamar de militância à direita e à esquerda. Algumas publicações só não têm a coragem editorial de assumir deliberadamente o lado que ocupam, caso da Folha, por exemplo, porque nutrem a ideia de que consumidores de textos escritos e digitais originários de marcas mais tradicionais são um bando de idiotas. Há verbetes tão abusadamente explorados como elementos discriminadores do “outroladismo” como também do “meuladismo” que não é preciso mais que atenção para distinguir uma coisa da outra, ou seja, direita e esquerda, menos jornalismo.   

JUCA KFOURI

Pouco importa estar de acordo ou não com o atual governo. Trata-se de defender a soberania e a democracia sem concessões e outroladismo para quem solapa a democracia. Não há isenção possível entre Winston Churchill e Adolf Hitler. Ou entre Ilan Pappe e Binyamin Netanyahu. 

CAPITALSOCIAL

O tapa-olho de Juca Kfouri inviabiliza qualquer tentativa de observar por contrataste a direita que tanto excomunga. Esse é um retrato escarrado do ambiente de redes sociais à direita e à esquerda que acadêmicos de ar condicionado e revolucionários de botequim tanto execram. Quem está atento à cena política nacional com os dois olhos postos e a mente aberta aos conflitos,  sempre estará mais sensível à serenidade que os fanáticos jamais alcançarão, quanto mais reconhecerão. 

JUCA KFOURI

Durante anos esta Folha adotou o lema "Um jornal a serviço do Brasil". Por menos que tenha sido fiel ao bordão antes, durante e depois do golpe, pode se orgulhar de tê-lo seguido ao se transformar no diário mais arejado, criativo, instigante do país, também o de maior circulação, graças a jornalistas como Otavio Frias Filho e seu Projeto Folha, Ricardo Kotscho, "o Repórter das Diretas, e Matinas Suzuki, o mais inquieto dos editores, para citar apenas três responsáveis pela guinada iluminista. Então, trabalhar na Folha era motivo de orgulho mesmo quando, a FOLHA sendo FOLHA, tropeçava aqui ou ali. Hoje não está bem assim. 

CAPITALSOCIAL 

Para Juca Kfouri,  qualquer coisa que não seja a coisa que interpreta como a melhor coisa é coisa que deve ser descartada. Repetimos: a liberdade de escolha deve ser respeitada, mas opor-se à falsa flexibilidade editorial da Folha comprova o  radicalismo que não combina com a massa de leitores da publicação e, muito menos, com a hipócrita pluralidade do jornal. 

JUCA KFOURI

Onde está a indignação, a denúncia veemente, a cobrança incessante para que o dócil e intimidado Hugo Motta tenha 10% da postura de Ulysses Guimarães na presidência da Câmara? Por críticas que se façam ao ministro Alexandre de Moraes, e é acaciano dizer que ninguém está acima delas, deixar de enaltecer seu papel em defesa do país é, no mínimo, ingratidão, além de injusto. Como são injustos, ingratos e oportunistas os que cobram de Lula o diálogo com quem nos ameaça e chantageia ao ignorar o ensinamento de Millôr Fernandes: "Quem se curva diante dos opressores mostra o traseiro para os oprimidos". Abre os olhos, Folha!

CAPITALSOCIAL

O “meuladismo” de Juca Kfouri é perna de pau metido a craque que, entretanto,  encontrou um zagueiro forte e vigoroso o suficiente para alijá-lo da disputa democrática. A ideia de que o “meuladismo” é uma perfeição a ser multiplicada e o “outroladismo” é um bando de facínoras públicos e privados traduz com fidelidade alvinegra o totalitarismo do colunista. A título de exemplo, Juca Kfouri esgrime sem destreza o parcialismo ideológico em oposição a uma das batalhas mais relevantes como colunista esportivo. Corretamente, Juca Kfouri atribui à CBF o mote de “Casa Bandida do Futebol”, mas segue distante das Brasílias deste País, redutos de “Casas Bandidas da Política”. Noves fora a defesa de parceiros ideológicos.  Abre os olhos, Folha!



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