Economia

Primeiro, a boa ou a má
notícia sobre Santo André?

DANIEL LIMA - 09/01/2025

Tenho um boa e uma má notícia sobre a economia de  Santo André. Qual o leitor quer saber primeiro? Pense bem porque não vou voltar atrás. Pensou ou quer ganhar um tempo para se preparar para ler? Sou paciente. Espero mais um bocadinho. Um bocadinho que é mesmo bocadinho, porque o tempo urge. Vamos então? Decidiu?

Se você quer ouvir primeiro a má notícia, sinto muito mas não poderei atender sua curiosidade porque, do ponto de vista jornalístico, tudo iria ladeira abaixo. O que significa ladeira abaixo? Simples, perderia a graça. Seria uma comédia pastelão, não um lance hitchcockiano.

Então, sem mais delongas, vamos à boa notícia, que aliás, foi anunciada ontem à tarde pelo secretário de Desenvolvimento Econômico Evandro Banzato, que agora serve ao prefeito Gilvan Júnior após ocupar o cargo durante os anos de Paulinho Serra. Evandro é um moço educado que adora boas notícias. Eu também. A diferença que nos separa é que ele é agente público comprometido com uma causa. Eu sou jornalista comprometido com todas as causas.

LADEIRA ABAIXO 

O secretário enviou release à  mídia dando conta que Santo André está na posição 35 entre as 100 cidades que mais arrecadaram impostos no Brasil em 2023. Arrecadar impostos num País que sobrecarrega e malversa recursos da sociedade não seria algo intrinsecamente positivo, ao contrário do que escreveu efusivamente o secretário. Mas vamos aceitar a regra do jogo de triunfalismo.

Se Santo André arrecada tanto imposto, federal, estadual e municipal, é sinal de que, mal ou bem, está-se estabelecendo como endereço de dinamismo econômico.

O que o secretário não disse nem pretende dizer porque se dissesse a casa do ufanismo iria cair para quem sabe distinguir quantidade de qualidade, é que no quesito que mais interessa,  Santo André caiu no ranking arrecadatório nacional nada menos que 43 posições.

Como assim? Ora, quando se transforma a arrecadação de impostos como montante bruto, por assim dizer, e se vai para o ranking que mais interessa mesmo, que é a posição per capita, ou seja, por habitante, Santo André desaba. Da posição 35 vai para a posição 78. Essa é a má notícia que não poderia revelar antes de revelar a boa notícia.

QUESTÃO DE METODOLOGIA

Não é a primeira nem será a ultima vez que chamo a atenção para o fator per capita convenientemente descartado por quem quer dourar a pílula. É assim que se definem métricas diversas para uniformizar tamanhos diferentes. O Ranking de Criminalidade adotado por diferentes países, inclusive o Brasil, leva em conta a divisão dos registros pela população.

O Estado de São Paulo é em números absolutos palco da maior quantidade de homicídios no Brasil. Mas quando se dividem os casos letais pela população, só fica atrás de Santa Catarina. Não existe um exemplar de sensatez capaz de defender outra interpretação.

Gente séria que cuida da medição do PIB entre os países também faz o que estou fazendo. O Brasil já foi vendido mundo afora durante o segundo governo Lula da Silva como a sétima economia mais poderosa do planeta. Balela. A divisão per capita remete o Brasil a colocações bem distantes. Ultrapassa costumeiramente a posição 60. A China é outro caso. Conta com PIB bruto extraordinário, mas o PIB per capita desaba. Os chineses apanham de goleada dos Estados Unidos, por exemplo, com quem estabeleceu polarização econômica e ideológica nos últimos anos. Uma disputa que vai se acentuar, como se sabe. Trump está aí para isso.

MODO MARQUETEIRO

Pois é assim o caso da arrecadação de impostos de Santo André, contabilizado cuidadosamente pelo Instituto  Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT). O ranking foi divulgado ontem e apontou os 100 municípios que mais arrecadaram impostos no Brasil em 2023.

É claro que em quantidade a Capital de São Paulo é a primeira colocada, mas quando se vai ao fator per capita, cai para a oitava posição. Nada mal nessa combinação de resultados. Duro mesmo é quando a arrecadação per capita desaba ante a arrecadação bruta. Caso específico de Santo André.

O erro de um secretário atuante com o da pasta de Desenvolvimento Econômico de Santo André é continuar no modo Paulinho Serra de grandes lances de marketing e assassinato da realidade. Tudo indica que o prefeito Gilvan Júnior seguirá essa toada de conteúdo ético fúnebre. E tudo indica também que a maioria da mídia regional vai dar corda a imprecisões semelhantes.

PERDENDO TERRENO

Santo André, como se sabe e está comprovado, é um endereço em plena decadência econômica. Ninguém segura a derrocada, mesmo que de vez em quando o PIB transmita a sensação de recuperação. Tudo não passa de espasmo, de ocupação de parte da riqueza perdida em temporadas anteriores.

A participação de Santo André no PIB Paulista entre 2000 e 2021 caiu em números redondos 33%. No PIB Nacional, mais ainda, porque os paulistas cresceram menos que os brasileiros em geral no mesmo período.

A bem da verdade (e como estou esmiuçando na série Detroit à Brasileira) não é somente Santo André que está andando de lado desde muito tempo, muito antes de Fernando Henrique Cardoso, na segunda década dos anos 1990, arrasar pequenas e médias indústrias. Ou, antes disso ainda, de a guerra fiscal e o sindicalismo bravio levarem centenas de empreendimentos ao Interior do Estado e ao Sul de Minas Gerais.

Para comprovar que a situação do  Grande ABC também no quesito arrecadatório vasculhado pelo IBPT é elasticamente preocupante, a campeã regional São Bernardo caiu da 15ª posição nacional em números absolutos para a posição 28 quando se considera o fator per capita.

Diadema também perdeu posição entre um quesito e outro. Na arrecadação geral, sem considerar fatores demográficos, ocupou a posição 59 no ranking nacional. Quando se deslocou ao fator per capita, caiu para a posição 72. Mauá caiu menos que as 13 posições de Diadema, mas também caiu, no caso seis posições: no ranking de arrecadação bruta ocupou a posição 89 e no ranking per capita foi lançada a posição 95.

ÁREAS DE RIQUEZAS

O leitor está dando falta de uma das cinco grandes cidades da região que consta do ranking do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação? São Caetano é exceção à regra regional, porque tem menos de 170 mil habitantes. No ranking bruto, sem considerar o fator demográfico, ocupou a posição 45. Já no ranking per capita subiu para a posição 15. 

Segundo o noticiário liberado pelo instituto, a capital São Paulo lidera com folga o ranking, representando 22,98% do total arrecadado com tributos no País, o equivalente a R$ 834,099 bilhões. Em segundo lugar vem o Rio de Janeiro e, em terceiro, Brasília (DF). Uma das principais conclusões do estudo é que os municípios mais ricos em arrecadação de impostos estão localizados no Sudeste e no Sul do país. Cada uma das regiões tem, respectivamente, 56 e 24 cidades pertencentes ao ranking dos 100 municípios com maior tributação. “Isso se explica porque essas regiões são efetivamente as mais desenvolvidas do Brasil, aquelas em que há maior crescimento econômico e circulação de riquezas, com mais indústrias e comércios”, diz João Eloi Olenike, presidente-executivo do IBPT. 

Na sequência do estudo aparece a região Nordeste, com 10 municípios pertencentes ao ranking; a região Centro-Oeste, com seis; e a região Norte, com apenas quatro municípios. “Os municípios no Nordeste e no Norte têm uma receita proveniente em grande parte do setor de serviços, principalmente no turismo, pela sua localização geográfica e belezas naturais”, explica Olenike. 

Em relação aos Estados com mais municípios no ranking, São Paulo lidera com 39 e uma participação de 39% do total da arrecadação de tributos. Na sequência, o estudo destaca Santa Catarina, com 10 municípios. O terceiro lugar é ocupado por Minas Gerais, com nove cidades, estado seguido por Paraná e Rio Grande do Sul, com sete municípios cada.

O levantamento calculou os tributos utilizando dados da Receita Federal do Brasil, do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária). Para a arrecadação per capita foram utilizados os dados populacionais do IBGE. Todos utilizaram 2023 como ano-base. O ranking dos municípios que mais arrecadaram impostos no Brasil: 

1. São Paulo (SP) – R$ 834,099 bilhões.

2. Rio de Janeiro (RJ) – R$ 425,832 bilhões.

3. Brasília (DF) – R$ 256,142 bilhões

4. Belo Horizonte (MG) – R$ 78,079 bilhões.

5. Osasco (SP) – R$ 68,877 bilhões.

6. Curitiba (PR) – R$ 64,402 bilhões.

7. Barueri (SP) – R$ 56,880 bilhões.

8. Porto Alegre (RS) – R$ 50,672 bilhões.

9. Campinas (SP) – R$ 37,169 bilhões.

10. Manaus (AM) – R$ 35,356 bilhões.

11. Fortaleza (CE) – R$ 35,069 bilhões.

12. Salvador (BA) – R$ 31,017 bilhões.

13. Itajaí (SC) – R$ 30,885 bilhões.

14. Recife (PE) – R$ 28,819 bilhões.

15.São Bernardo (SP) – R$ 27,746 bilhões.

16. Goiânia (GO) – R$ 26,931 bilhões.

17. Guarulhos (SP) – R$ 24,552 bilhões.

18. Florianópolis (SC) – R$ 21,419 bilhões.

19. Jundiaí (SP) – R$ 20,953 bilhões.

20. Joinville (SC) – R$ 20,404 bilhões.

21. Vitória (ES) – R$ 18,017 bilhões.

22. Sorocaba (SP) – R$ 17,319 bilhões.

23. Belém (PA) – R$ 16,467 bilhões.

24. Piracicaba (SP) – R$ 15,100 bilhões.

25.Ribeirão Preto (SP) – R$ 14,360 bilhões.

26. Santos (SP) – R$ 13,196 bilhões.

27. São Luís (MA) – R$ 13,005 bilhões.

28. São José dos Pinhais (PR) – R$ 12,658 bilhões.

29. Campo Grande (MS) – R$ 12,539 bilhões.

30. Cuiabá (MT) – R$ 12,515 bilhões.

31. Uberlândia (MG) – R$ 12,219 bilhões.

32. São José dos Campos (SP) – R$ 12,165 bilhões.

33. Contagem (MG) – R$ 11,102 bilhões.

34. Cariacica (ES) – R$ 11,002 bilhões.

35. Santo André (SP) – R$ 10,950 bilhões.

36. Caxias do Sul (RS) – R$ 10,861 bilhões.

37. Serra (ES) – R$ 10,483 bilhões.

38. Maceió (AL) – R$ 9,995 bilhões.

39. Niterói (RJ) – R$ 9,816 bilhões.

40. João Pessoa (PB) – R$ 9,507 bilhões.

41. Blumenau (SC) – R$ 9,358 bilhões.

42. Indaiatuba (SP) – R$ 9,310 bilhões.

43. Maringá (PR) – R$ 8,843 bilhões.

44. Natal (RN) – R$ 8,778 bilhões.

45. São Caetano (SP) – R$ 8,741 bilhões.

46. Londrina (PR) – R$ 8,701 bilhões.

47. Teresina (PI) – R$ 8,480 bilhões.

48. Duque de Caxias (RJ) – R$ 8,265 bilhões.

49. Camaçari (BA) – R$ 8,264 bilhões.

50. Betim (MG) – R$ 7,930 bilhões.

51. Cotia (SP) – R$ 7,755 bilhões.

52. São José do Rio Preto (SP) – R$ 7,452 bilhões.

53. Santa Cruz do Sul (RS) – R$ 6,963 bilhões.

54. Aracaju (SE) – R$ 6,725 bilhões.

55. Nova Lima (MG) – R$ 6,710 bilhões.

56. Juiz de Fora (MG) – R$ 6,552 bilhões.

57. Santana de Parnaíba (SP) – R$ 6,533 bilhões.

58. Vila Velha (ES) – R$ 6,484 bilhões.

59. Diadema (SP) – R$ 6,452 bilhões.

60. Macaé (RJ) – R$ 6,450 bilhões.

61. Ponta Grossa (PR) – R$ 6,398 bilhões.

62. Porto Velho (RO) – R$ 6,138 bilhões.

63. Araxá (MG) – R$ 6,081 bilhões.

64. Jaraguá do Sul (SC) – R$ 6,042 bilhões.

65. São José (SC) – R$ 6,006 bilhões.

66. Cascavel (PR) – R$ 5,807 bilhões.

67. Mogi das Cruzes (SP) – R$ 5,626 bilhões.

68. Anápolis (GO) – R$ 5,595 bilhões.

69. Guaíba (RS) – R$ 5,463 bilhões.

70. Extrema (MG) – R$ 5,420 bilhões.

71. Vinhedo (SP) – R$ 5,292 bilhões.

72. Bauru (SP) – R$ 5,278 bilhões.

73. Uberaba (MG) – R$ 5,270 bilhões.

74. Sumaré (SP) – R$ 5,221 bilhões.

75. Chapecó (SC) – R$ 5,179 bilhões.

76. Araquari (SC) – R$ 5,091 bilhões.

77. Limeira (SP) – R$ 5,037 bilhões.

78. Brusque (SC) – R$ 4,982 bilhões.

79. Itu (SP) – R$ 4,915 bilhões.

80. Cajamar (SP) – R$ 4,833 bilhões.

81. São Carlos (SP) – R$ 4,758 bilhões.

82. Suzano (SP) – R$ 4,699 bilhões.

83. Jacareí (SP) – R$ 4,643 bilhões.

84. Itapevi (SP) – R$ 4,625 bilhões.

85. Americana (SP) – R$ 4,527 bilhões.

86. Taubaté (SP) – R$ 4,523 bilhões.

87. Feira de Santana (BA) – R$ 4,520 Bilhões.

88. São Leopoldo (RS) – R$ 4,438 bilhões.

89. Mauá (SP) – R$ 4,400 bilhões.

90. Jaguariúna (SP) – R$ 4,383 bilhões.

91. Criciúma (SC) – R$ 4,198 bilhões.

92. Hortolândia (SP) – R$ 4,180 bilhões.

93. Novo Hamburgo (RS) – R$ 4,175 bilhões.

94. Aparecida de Goiânia (GO) – R$ 4,134 bilhões.

95. Palmas (TO) – R$ 4,116 bilhões.

96. Rio Claro (SP) – R$ 4,084 bilhões.

97. Taboão da Serra (SP) – R$ 4,004 bilhões.

98. Paulínia (SP) – R$ 3,959 bilhões.

99. Santa Bárbara dOeste (SP) – R$ 3,952 bilhões.

100. Passo Fundo (RS) – R$ 3,946 bilhões. 

RANKING POR HABITANTE

Os municípios que mais arrecadaram impostos per capita no Brasil: 

1. Barueri (SP) – R$ 179,7 mil.

2. Itajaí (SC) – R$ 116,9 mil.

3. Araquari (SC) – R$ 112,4 mil.

4. Extrema (MG) – R$ 101,3 mil.

5. Osasco (SP) – R$ 94,5 mil.

6. Brasília (DF) – R$ 90,9 mil.

7. Jaguariúna (SP) – R$ 73,9 mil.

8. São Paulo (SP) – R$ 72,8 mil.

9. Vinhedo (SP) – R$ 69,1 mil.

10. Rio de Janeiro (RJ) – R$ 68,6 mil.

11. Nova Lima (MG) – R$ 60,1 mil.

12. Guaíba (RS) – R$ 58,8 mil.

13. Vitória (ES) – R$ 55,8 mil.

14. Araxá (MG) – R$ 54,4 mil.

15. São Caetano – R$ 52,8 mil.

16. Santa Cruz do Sul (RS) – R$ 52,3 mil.

17. Cajamar (SP) – R$ 52,1 mil.

18. Jundiaí (SP) – R$ 47,3 mil.

19. Santana de Parnaíba (SP) – R$ 42,4 mil.

20. Florianópolis (SC) – R$ 39,9 mil.

21. São José dos Pinhais (PR) – R$ 38,4 mil.

22. Porto Alegre (RS) – R$ 38,0 mil.

23. Indaiatuba (SP) – R$ 36,4 mil.

24. Curitiba (PR) – R$ 36,3 mil.

25. Paulínia (SP) – R$ 35,8 mil.

26. Piracicaba (SP) – R$ 35,7 mil.

27. Brusque (SC) – R$ 35,2 mil.

28. São Bernardo (SP) – R$ 34,2 mil.

29. Belo Horizonte (MG) – R$ 33,7 mil

30. Joinville (SC) – R$ 33,1 mil.

31. Jaraguá do Sul (SC) – R$ 33,1 mil.

32. Campinas (SP) – R$ 32,6 mil.

33. Santos (SP) – R$ 31,5 mil.

34. Cariacica (ES) – R$ 31,1 mil.

35. Itu (SP) – R$ 29,2 mil.

36. Cotia (SP) – R$ 28,3 mil.

37. Camaçari (BA) – R$ 27,5 mil.

38. Macaé (RJ) – R$ 26,2 mil.

39. Blumenau (SC) – R$ 25,9 mil.

40. Sorocaba (SP) – R$ 23,9 mil.

41. Caxias do Sul (RS) – R$ 23,4 mil.

42. São José (SC) – R$ 22,2 mil.

43. Maringá (PR) – R$ 21,6 mil.

44.Santa Bárbara dOeste (SP) – R$ 21,6 mil.

45. Ribeirão Preto (SP) – R$ 20,6 mil.

46. São Leopoldo (RS) – R$ 20,4 mil.

47. Niterói (RJ) – R$ 20,4 mil.

48. Chapecó (SC) – R$ 20,3 mil.

49. Rio Claro (SP) – R$ 20,3 mil.

50. Serra (ES) – R$ 20,1 mil.

51. Itapevi (SP) – R$ 19,9 mil.

52. Criciúma (SC) – R$ 19,6 mil.

53. Recife (PE) – R$ 19,4 mil.

54. Jacareí (SP) – R$ 19,3 mil.

55. Betim (MG) – R$ 19,3 mil.

56. Cuiabá (MT) – R$ 19,2 mil.

57. Passo Fundo (RS) – R$ 19,1 mil.

58. Americana (SP) – R$ 19,1 mil.

59. Guarulhos (SP) – R$ 19,0 mil.

60. Goiânia (GO) – R$ 18,7 mil.

61. Sumaré (SP) – R$ 18,7 mil.

62 São Carlos (SP) – R$ 18,7 mil.

63. Novo Hamburgo (RS) – R$ 18,3 mil.

64. Ponta Grossa (PR) – R$ 17,9 mil.

65. Contagem (MG) – R$ 17,9 mil.

66. Hortolândia (SP) – R$ 17,7 mil.

67. São José dos Campos (SP) – R$ 17,5 mil.

68. Limeira (SP) – R$ 17,3 mil.

69. Manaus (AM) – R$ 17,1 mil.

70. Uberlândia (MG) – R$ 17,1 mil.

71. Cascavel (PR) – R$ 16,7 mil.

72. Diadema (SP) – R$ 16,4 mil.

73. Londrina (PR) – R$ 15,7 mil.

74. Uberaba (MG) – R$ 15,6 mil.

75. São José do Rio Preto (SP) – R$ 15,5 mil.

76. Suzano (SP) – R$ 15,3 mil.

77. Taboão da Serra (SP) – R$ 14,6 mil.

78. Santo André (SP) – R$ 14,6 mil.

79. Taubaté (SP) – R$ 14,6 mil.

80. Fortaleza (CE) – R$ 14,4 mil.

81. Anápolis (GO) – R$ 14,0 mil.

82. Campo Grande (MS) – R$ 14,0 mil.

83. Bauru (SP) – R$ 13,9 mil.

84. Vila Velha (ES) – R$ 13,9 mil.

85. Palmas (TO) – R$ 13,6 mil.

86. Porto Velho (RO) – R$ 13,3 mil.

87. Salvador (BA) – R$ 12,8 mil.

88. Belém (PA) – R$ 12,6 mil.

89. São Luís (MA) – R$ 12,5 mil.

90. Mogi das Cruzes (SP) – R$ 12,5 mil.

91. Juiz de Fora (MG) – R$ 12,1 mil.

92. Natal (RN) – R$ 11,7 mil.

93. João Pessoa (PB) – R$ 11,4 mil.

94. Aracaju (SE) – R$ 11,2 mil.

95. Mauá (SP) – R$ 10,5 mil.

96. Maceió (AL) – R$ 10,4 mil.

97. Duque de Caxias (RJ) – R$ 10,2 mil.

98. Teresina (PI) – R$ 9,8 mil.

99. Aparecida de Goiânia (GO) – R$ 7,8 mil.



Leia mais matérias desta seção: Economia

Total de 1995 matérias | Página 1

04/02/2026 OSASCO E VIZINHANÇA GOLEIAM GRANDE ABC
03/02/2026 LULA ZERA ESTRAGO DE DILMA APÓS NOVE ANOS
29/01/2026 NÃO RIAM: COLÔMBIA É A GRANDE SAÍDA REGIONAL
22/01/2026 METRÔ PODE REPETIR DANOS DO RODOANEL
19/01/2026 UM SINDICALISTA COM A CABEÇA NO PASSADO
15/01/2026 IPTU AVANÇA SOBRE FORTE QUEDA DO ICMS
13/01/2026 IPTU EXAGERADO INIBE ECONOMIA REGIONAL
12/01/2026 GALPÃO E PÁTIO NÃO MUDAM GRANDE ABC
05/01/2026 LULACÁ-LULALÁ NO RITMO DE FRACASSOS
22/12/2025 PIB CATASTRÓFICO DE SANTO ANDRÉ
19/12/2025 ATENÇÃO! PIB SEGUE DERROCADA DE DILMA
15/12/2025 SÃO CAETANO TEM MAIS DO MENOS
10/12/2025 QUANDO MAIS É CADA VEZ MENOS
02/12/2025 SÃO BERNARDO AINDA DEVE 92.372 VAGAS
27/11/2025 SANTO ANDRÉ TIRA PELE DOS MORADORES
26/11/2025 CARGA TRIBUTÁRIA EXPLOSIVA E CRUEL
24/11/2025 DIADEMA É MESMO PIOR QUE SANTO ANDRÉ? (5)
20/11/2025 GRANDE CAMPINAS GOLEIA GRANDE ABC
19/11/2025 FICAREMOS SEM AS MONTADORAS?