Economia

E LÁ VEM SANTO ANDRÉ
CAINDO PELAS TABELAS!

DANIEL LIMA - 07/04/2025

É preciso ser muito omisso ou ignorante, para não dizer canalha e pernicioso, dirigir-se ao distinto público para proclamar alto e bom som que Santo André aniversariante de amanhã é o endereço do futuro, quando se sabe que do presente deixou de ser há muito tempo.  

As glórias da antiga e destronada capital econômica do Grande ABC ficaram no passado. Para se ter ideia dos estragos, nos últimos 19 anos possíveis de rastreamento conjunto de vários indicadores econômicos, Santo André perdeu 93 posições no ranking de PIB per capita dos municípios paulistas. Era a 88ª colocada e passou para a posição 181.

Fosse Santo André um paiseco qualquer haveria revolução. Como cidade coercitivamente portadora de uma chaga chamada diplomacia dos ignorantes, quando não dos covardes, basta um bom marketing político e a sucessão eleitoral estará garantida.

DADOS MULTILATERAIS

Ao longo dos últimos 35 anos, desde a primeira edição de CapitalSocial, então revista de papel LivreMercado, me dedico a perscrutar a regionalidade no sentido mais amplo, em vários indicadores. E Santo André é um dos focos geopolíticos e geoeconômicos, isoladamente, no agregado regional e também em confrontos com dezenas de endereços paulistas, quando não brasileiros.

Por isso, a programação festiva deste abril de aniversário da cidade é uma cortina de fumaça que rende muitos votos, como as últimas eleições provaram. Santo André perdeu a capacidade de entender o que se passa e, pior, de reagir aos desbravadores da pior espécie de artimanha para ludibriar o distinto público. Trata-se de uma avalanche de engabelação comandada por marqueteiros de alto coturno. Gente ligada às principais agremiações políticas do Estado e mesmo do País. Está tudo completamente dominado.

Vamos apresentar em seguida algumas métricas econômicas que mostram a realidade de uma Santo André incensada por lideranças políticas, sociais e empresariais sem compromisso com o futuro --- e também por larga parcela da mídia condescendente com uma arquitetura de absolutismo que agora se expande rumo aos vizinhos sob a marca do Clube dos Prefeitos, oficialmente Consórcio dos Prefeitos.  

AUTOENGANO PERNICIOSO

Santo André é uma cidadela ruim de governo, mas boa de política no sentido mais torpe porque não só despreza a gravidade continuada do quadro social como, sob aplausos dos iníquos, trafega na indigência de proclamar-se poderosa. Mesmo que os desmentidos diários em manchetes compulsórias da perda de qualidade de vida insistam em se fazer presente. Basta dar uma reparada na quantidade de manchetes que colocam Santo André e a região em flerte constante com o que há de pior no território nacional.

O tombo de 93 posições no ranking do PIB por habitante no Estado de São Paulo retrata bem o estágio prolongado de penúria econômica de Santo André.

Essa contagem começa em 2002 e termina em 2021. São dados oficiais, da Secretaria da Fazenda do Estado. É do conhecimento dos leitores que acompanham CapitalSocial há mais tempo. Todos os indicadores  desta análise estão vinculados a esses 19 anos para se que compreenda o contexto temporal sem distorções.

O PIB por habitante de Santo André em 2002, de nominais R$ 12.978,00, era próximo ao PIB per capita médio dos paulistas, de R$ 13.688,00. Uma participação efetiva de 91,35%. Santo André e a média estadual, portanto, eram semelhantes. Mas o resultado levemente desfavorável já era consequência de perdas acumuladas por Santo André nos anos 1990, período de maiores transformações na economia regional. Mas era uma distância suportável.

PERDENDO FÔLEGO

Já na ponta da comparação, quando se pegam os dados de 2021, a participação de Santo André no PIB per capita caiu para 64,00% em relação à média paulista. Santo André contabiliza em 2021 R$ 46.957,00 de PIB por habitante. A média no Estado de São Paulo passou para R$ 60.583,67. O crescimento real de Santo André no período, descontando a inflação,  foi de 20,60%, com a baixa média anual de 1,08%. Os paulistas cresceram mais que o dobro, -- exatamente 47,51%, ou média anual de 2,50%.     

Se no confronto com o PIB per capita paulista Santo André viu a participação recuar 22,31% em menos de duas décadas (de 94,81% para 77,51%),  em embate semelhante com o Brasil como um todo a situação se tornou ainda pior, porque o avanço nacional no período foi maior que o paulista no mesmo critério de PIB per capita.

O PIB per capita nacional em 2002 representava 64,00% do PIB per capita de Santo André. Na fita de chegada de 2021 os brasileiros, em média, chegaram a 91,35% do PIB per capita de Santo André. Em 2002, em termos nominais, ou seja, sem considerar a inflação, o PIB per capita médio dos brasileiros era de nominais R$ 8.306,67 ante R$ 12.978,00 de Santo André. Na ponta de 2021, o PIB médio brasileiro passou para R$ 42.893,72, ante os R$ 46.957,00 de Santo André. A diferença caiu 27,35 pontos percentuais, ou 1,44 a cada ano.

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A má notícia que deverá se confirmar nos próximos tempos é que o PIB médio brasileiro deverá superar Santo André. Quando saírem das fornadas do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) os números do PIB de 2022, de 2023 e 20224, Santo André alcançará a façanha de ficar atrás de números nacionais reconhecidamente pífios no ranking internacional.

Traduzindo: a orgulhosa Santo André dos anos 1970-1980, detentora de altos índices de riqueza, será menos que um Brasil teimosamente refratário ao crescimento.     

A matriz desse desbalanço e da perda de viço econômico é conhecida de todos que não vivem no mundo da lua. Também essa é uma pauta persistente de CapitalSocial. E vamos ficar restritos aos mesmos 19 anos desta exposição para os leitores entenderem a sincronia lógica dos números num mesmo universo temporal.

No caso do PIB Industrial, a fonte de riqueza de Santo André, decidimos não traduzir os resultados em porções per capita, mas em volume total. Entre a base de comparação de 2002 e 2021, o PIB Industrial de Santo André avançou apenas 0,589% ao ano. Passou de nominais R$ 2.303.303 bilhões em 2002 para R$ 7.782.625 bilhões em 2021. Atualizando monetariamente o resultado de 2002 em relação ao de 2021, o crescimento no período foi de 11,20%. Quando se divide por 19 anos se chega ao resultado de 0,589% de crescimento médio anual.

CADEIAS DE PRODUÇÃO

O resultado é pífio mas ainda levemente positivo por habitante  porque entrou em campo o fator produtividade, que, mesmo capenga, determina uma consequência natural: o desemprego no setor industrial. Santo André conta com apenas 10% de mão de obra com carteira assinada na indústria de transformação em comparação com o estoque geral de empregos. Em 2002 o índice de participação era o dobro.  Mais tecnologia num endereço que não se desenvolve como um todo, ou, pior que isso, regride na indústria, causa mais desemprego.

Mais que isso, e muito, muito mais alarmante. Santo André aumentou a dependência do setor químico e petroquímico. Sofre de Doença Holandesa Petroquímica. As cadeias de produção de Santo André foram dizimadas ao longo dos tempos. Não sobrou praticamente nada de representativo, exceto a indústria químico-petroquímica, geradora de insumos fiscais, mas de baixa participação de trabalhadores. É uma indústria intensiva em capital e limitadora de mão de obra.  

Não fosse principalmente o Polo Petroquímico, Santo André teria sofrido uma dupla derrota: menos produção industrial e menos emprego. E, claro, menos receitas públicas. O Polo Petroquímico gera poucos empregos, mas infla os cofres públicos de tributos.

Um balanço setorial de 2021 divulgado pela Fundação Seade, do governo do Estado, revelou com a indústria de transformação de Santo André conta com 51,2% do Valor Adicionado, preliminar do PIB, vinculado a produtos químicos, e outros 21,1% ao ramal de borracha e material plástico. A indústria mecânica responde por 6,6% do PIB Industrial, enquanto veículos automotores, reboques e carrocerias não passam de 5,4.

ESTADO MAIS FORTE

Quanto se compara em volume bruto o PIB Industrial de Santo André com o PIB Industrial do Estado de São Paulo, fica evidente que, mesmo um Estado da Federação que perdeu tônus produtivo, supera largamente a derrocada de Santo André. Em 2002, a participação do PIB Industrial de Santo André no PIB Geral (envolvendo todas as atividades econômicas) representava 27,05% do total, enquanto no Estado de São Paul a mesma comparação registrava 22,78%. São Paulo contava com PIB Industrial de R$ 118.210.693 bilhões ante R$ 2.303.332 bilhões de Santo André. A participação de Santo André no Estado era, portanto, de 1,948%.

Na ponta das estatísticas, em 2021, o PIB Industrial de Santo André avançou em termos nominais, sem considerar a inflação do período, 237,88%, chegando ao valor de R$ 7.782.625 bilhões. Já o Estado de São Paulo cresceu também  em termos nominais 338,45%, registrando PIB Industrial de R$ 518.292.532. Ou seja: os paulistas, em média, avançaram mais de 100 pontos acima do resultado de Santo André.

Se repetisse o crescimento médio paulista, Santo André teria registrado PIB Industrial de R$ 10.098.959 bilhões, e não de apenas R$ 7.782.625 bilhões. Uma diferença de 29,76% em valores monetários. A participação relativa do PIB Industrial no PIB Geral no Estado de São Paulo em 2021 marcou 19,06%, ou 3,72 pontos percentuais abaixo do índice de 2002. No caso de Santo André, a baixa foi de 3,19 pontos percentuais – 27,05% para 23,86%.  A participação do PIB Industrial de Santo André no PIB Industrial paulista em 2021 foi de 1,501%. Bem abaixo do 1,948 de 20002. Uma queda de 29,78% no período de 19 anos. 

ABAIXO DO PIB PÚBLICO

Não perca o foco no crescimento médio do PIB Industrial de Santo André no período de 19 anos: os 0,589% são quatro vezes menos, isso mesmo, quatro vezes menos que o PIB Público, a arrecadação de tributos como IPTU, ITBI, taxas e contribuições de matrizes essencialmente municipais.

 Ou seja: a receita tributária própria de Santo André chegou a 2021 com incidência de crescimento cada vez maior diante do PIB Industrial no mesmo período de 19 anos. Uma cidade que aumenta a carga tributária relativamente muito mais que a geração de riqueza industrial está condenada ao fracasso social.

Em 2002, a participação do PIB Público no volume de PIB Industrial era de 28,27%. O PIB Industrial registrava R$ 2.303.332 bilhões ante R$ 651.086 milhões de PIB Público. A participação do PIB Público avançou para 37,10% ante o PIB Industrial em 2021: R$ 2.818.756 bilhões ante R$ 7.782.625 bilhões.         

PIB DE SERVIÇOS

O declínio de participação relativa do PIB Industrial frente ao PIB Público foi discreto perto do confronto com o PIB de Serviços, atividades que têm o ISS (Imposto Sobre Serviços) como carro-chefe. Também no período de 2002-2021, houve duros golpes. A participação do PIB Industrial frente ao PIB de Serviço caiu de 61,00% para 44,93%.

Tradução? A desindustrialização tornou Santo André prevalecente um endereço de domínio de atividades praticamente sem ligação direta com as fábricas. O PIB de Serviços, assim como o PIB Público, cresceu em média anual muito acima do PIB Industrial. Em termos acumulativos, foram 51,41% de crescimento do PIB de Serviços em Santo André em 19 anos – média anual de 2,70%.

Para reforçar a lembrança: o crescimento médio do PIB Industrial não passou de 0,589% a cada ano. E o PIB Público, 2,33%.   Quanto mais se reduz a diferença de participação do PIB Industrial em relação ao PIB de Serviços, mais Santo André estará assinando um contrato com a decadência econômica. Tudo porque o setor de serviços é de baixo valor agregado. Como em todo o Grande ABC.

BAIXO VALOR AGREGADO

O nicho das grandes consultorias, das empresas de tecnologia, do mercado imobiliário, de áreas médicas, de hotelaria, de entretenimento, de tudo que se compreender como cosmopolita, está na Capital.  Santo André e a região perderam a corrida inclusive para Barueri, na Grande São Paulo.      

A desindustrialização sem reposição qualificada na área de serviços, em contraponto cruel ante a realidade da Capital do Estado, também causou estragos monumentais no PIB de Consumo, oficialmente Índice de Potencial de Consumo, especialidade da Consultoria IPC, a mais respeitada do mercado brasileiro.

Com números igualmente restritos no tempo de 19 anos, entre 2003 e 2021, tendo 2002 como base, Santo André viu a classe rica e a classe média tradicional reduzidas também em participação no total de moradores.

MENOS RICOS E CLASSE MÉDIA

Em 2002, de cada 100 famílias residentes em Santo André, 6,14% eram da classe Rica e 32,01% de classe média tradicional. Os remediados, de classe média precária, eram 34,94%. Pobres e miseráveis eram 26,85%.

Na ponta da comparação, em 2021, a classe rica foi reduzida a 3,90% do total de moradias, e a classe média tradicional caiu para 28,70%. A classe média precária avançou para 49,70% e os pobres e miseráveis caíram para 17,60%.

Tudo se explica: a mobilidade social foi para o ralo em André no período de 19 aos, caindo 17,60% entre ricos e classe média tradicional.  Já a classe média precária avançou 17,30%, enquanto os pobres e miseráveis foram reduzidos em 42,24%.

Tudo se explica de novo: enquanto para os ricos e a classe média tradicional sofreram relativamente forte abalo econômico, a classe média precária, terceiro escalão na hierarquia socioeconômica, avançou em participação por causa do rebaixamento das classe superiores e da queda de pobres e miseráveis. E isso só ocorreu –pobres e miseráveis menos numerosos – por conta de ações governamentais com programas da linha de Bolsa Família e congêneres estadual e municipal.

QUEDA ACENTUADA

O PIB de Consumo de Santo André no período em que ricos e classe média tradicional perderam participação relativa entre as famílias residentes sofreu os impactos da desindustrialização também na forma de competitividade nacional. Em 2002, Santo André era a 16ª colocada no ranking nacional. Os então nominais R$ 4.999.746.750 bilhões, ou seja, sem influência inflacionária, representavam 0,63317% do PIB de Consumo Nacional. Em 2021, com   R$ 22.185.424.458 bilhões, Santo André caiu para a 24ª posição nacional com 0,43713%. Quando se comparam os dois índices de participação – 0,63317% e 0,43713 - a queda é de 44,85%, média de 2,36% por ano.

É importante ressaltar que nesse mesmo período, em termos reais, ou seja, quando se atualiza o valor de   2002 pela inflação do IPCA e se confronta com o valor de 2021, Santo André registrou crescimento do PIB de Consumo de 33,13%, com ganho anual de 1,74%. Entretanto, o resultado do volume alcançado não compensa a participação nacional em declínio.  Afinal, outros municípios avançaram muito mais no mesmo período.

SÓ POPULAÇAO NÃO BASTA

Na corrida por riqueza acumulada, dá-se bem melhor quem não passa pelo que Santo André passou. O ganho conquistado por causa do aumento populacional não foi suficiente para superar a concorrência. Por isso o consumo per capita saiu de nominais R$ 7.616,03 em 2002 para R$ 30.653,39 em 2021. Quando se atualiza monetariamente o resultado de 2002, aplicando-se a inflação, o valor sobe para R$ 22.870,09. Portanto, houve crescimento de 34,03% no período. Ou de 1,61% ao ano. Menos que centenas de municípios brasileiros.

DESASTRE ESTRUTURAL

Os dados econômicos de Santo André nesses últimos 19 anos escrutinados são a estrutura do desastre social que se acentua a cada nova temporada. As demandas de uma população que continua a crescer são muito maiores que a capacidade de atendimento. Santo André tem múltiplos problemas aparentemente insolúveis.

O principal é uma logística saturada desde que a Avenida dos Estados, indutora desenvolvimentista, perdeu espaço para a Rodovia Anchieta, a Imigrantes e em seguida para o Rodoanel, todos mais próximos de São Bernardo.

A chegada das montadoras de veículos a partir de meados do século passado foi o tiro de partida para o deslocamento do eixo econômico em direção à vizinha. A vocação industrial de Santo André esvaiu-se. Está apenas sacramentada no hino oficial do Município. Viveiro Industrial há muito está obsoleto. Virou Viveiro Assistencial.

Pobres, miseráveis e uma classe média precária, arriscada a ingressar nas duas camadas mais sofridas, escancaram o tamanho da encrenca de Santo André. E faz a festa de políticos assistencialistas. Famílias de classe rica e de classe média tradicional são cada vez menos representativas. E refluem em participação social.

PERDA DE CÉREBROS

Quase 40% da força de trabalho sai diariamente para exercer o ofício fora dos limites de Santo André. Um vácuo que também pode ser chamado de evasão de cérebros. E de sensibilidade crítica.  

Santo André é uma cidade morta como fonte de potencial de efervescência do contraditório. Os mandachuvas e mandachuvinhas fazem e desfazem. Não são incomodados jamais. E aqueles que os enfrentam são perseguidos, retaliados ou cooptados.

Por isso não será novidade alguma o ambiente de festa que o aniversário sempre propicia. Nada muito diferente dos dias comuns de uma cidade sem alma.

Os medíocres tomaram conta. Meritocracia é um bem-raro principalmente entre dirigentes públicos que teriam a responsabilidade de ditar o rumo da cidade. Eles aperfeiçoam a cada dia o método de dominação, expandindo-o à vizinhança com um discurso de regionalidade encabrestada, uma regionalidade à base do coronelismo. O Clube dos Prefeitos virou Clube dos Pedintes. Não sai dos corredores do governo do Estado e do governo federal em busca de recursos financeiros.  

CLIENTELA LUDIBRIADA

Todos que estiverem atentos à cena político-administrativa de Santo André sabem que não dá para brigar com os fatos, principalmente quando os fatos são dados estatísticos implacáveis que retratam sem retoque o ambiente real que se respira em cada canto. Não se perdem 93 postos no PIB per capita do Estado de São Paulo em 19 anos sem que os rescaldos assombrem.

Teremos um mês inteiro de comemorações oficiais de uma Prefeitura que, desde a morte de Celso Daniel, só foi ocupada por medíocres populistas, fazedores de marolas a mando de marqueteiros aventureiros que só pensam na próxima eleição. A sociedade como um todo virou clientela ludibriada. As redes sociais, ocupadas diariamente em ações varejistas, massificam a ideia de dinamismo. Os vendedores de ilusão são imbatíveis.



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