Está na reta de chegada – o prazo se encerra nesta sexta-feira – o resultado da sondagem que apontará o tom que o movimento Defenda Grande ABC manterá com instituições públicas, privadas e sociais da Província do Grande ABC. Três cenários distintos foram apresentados à avaliação dos 40 integrantes que se cadastraram inicialmente como voluntários dessa entidade cerebral. Não vou revelar agora a opção pela qual me defini. O prazo para enviar a resposta se encerra nesta sexta-feira, mas já estou decidido. Não farei um comentário sequer sobre a escolha. Não quero ser acusado de influenciar quem quer que seja. Da mesma forma, a escolha dos demais formadores de opinião ficará sob sigilo até a próxima segunda-feira.
Juro por todos os juros que não mergulhei nas respostas que já chegaram. Enquanto o Defenda Grande ABC não contar com estrutura funcional adequada, alguns dos idealizadores e coordenadores informais assumirão tarefas que, no futuro, serão equacionadas. O engajamento prático dos voluntários que participaram do primeiro encontro aumentou o grau de confiança de que essa entidade cerebral não morrerá na praia nem terá salvadores da pátria.
Talvez no final da tarde de hoje decida dar uma espiadinha nas decisões individuais. Tenho intuição sobre o prevalecimento de uma das alternativas propostas, mas também não vou revelá-la. Só estou repassando esse sentimento com um objetivo claro: marquetagem, no bom sentido.
Que perfil, afinal?
Mas, afinal, qual será o perfil de atuação do Defenda Grande ABC? Antes de reproduzir os cenários propostos, acho que vale a pena ressaltar um ponto relevante: a própria consulta aos voluntários da instituição sobre o comportamento a ser adotado nas relações que se darão. A definição dessa estratégia já é um avanço> O agrupamento de formadores de opinião do Defenda Grande ABC não será uma nau sem rumo conceitual, por assim dizer. Entraremos em campo conhecendo a tática a ser adotada e essa tática vai estar na categoria de cláusula pétrea, acrescentada ao próprio estatuto da entidade.
Mais ainda: o tom do relacionamento a ser extraído do resultado da consulta aos formadores de opinião do Defenda Grande ABC balizará outra iniciativa já em fase de execução, e sobre a qual escreveremos amanhã: quais serão os termos da Carta do Grande ABC que o Defenda Grande ABC vai preparar para mostrar a que veio à sociedade como um todo? Mais nada adiantaremos agora sobre a Carta do Grande ABC, mas que se trata, também, de inovação institucional na Província, para não dizer no País, não tenham dúvidas. Aguardem até amanhã para conferirem.
Agora, sem delongas, reproduzimos as três alternativas encaminhadas aos formadores de opinião do Defenda Grande ABC. Cada voluntário está escolhendo ou já escolheu uma das alternativas. Qual será a preferida da maioria? É melhor esperar. O resultado final só será apresentado na próxima segunda-feira. Vamos então aos três cenários. Qual o leitor escolheria?
O Defenda Grande ABC deve pautar ações em estreita colaboração acrítica com as instâncias de poder, especialmente dos setores públicos, porque entendo que, dessa forma, teremos maiores possibilidades de alcançar os resultados desejados. Estar próximo dos poderosos de plantão é o caminho mais curto ao sucesso das medidas de que tanto necessitamos.
O Defenda Grande ABC deve atuar no sentido de enfrentamento cautelosamente crítico em todas as questões definidas como prioritárias. Entende-se enfrentamento cautelosamente crítico como a soma de conhecimentos, dados, independência e rigor na produção de iniciativas que balizem principalmente os contatos com agentes públicos em busca de soluções de que tanto o Grande ABC carece.
O Defenda Grande ABC não pode transigir de atuar com responsabilidade contundentemente crítica, sobremodo junto aos setores públicos em busca de soluções de problemas que afligem o Grande ABC, elencados nas áreas prioritárias definidas quando da criação da instituição.
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